Com a lenta mas inexorável disseminação, pela nova estirpe de vírus H1N1, da pandemia de gripe A tem a v/ associação vindo a ser questionada (com frequência quase idêntica à que fervilhou na publicação da Lei contra o tabagismo, sobre a necessidade e a existência, ou não, de se aplicarem cuidados específicos relativos ao funcionamento ou à manutenção dos sistemas de ar condicionado que possam minimizar as possibilidade de contágio.

Embora não acrescendo nada de novo ao trabalho duma empresa que actue correctamente - como cremos saber ser o caso da generalidade das empresas associadas da APIRAC - temos vindo a responder que há algumas considerações a fazer que podem retirar dúvidas sobre a utilidade de qualquer intervenção específicas para esse efeito. E essas considerações têm sido, mais palavra menos palavra, algo como isto:

Como é conhecimento geral, a transmissão da gripe faz-se exclusivamente pela entrada do vírus no organismo duma pessoa que não esteja imunizada. Os vírus, da gripe A, ou outros, andarão no ar ou, por assim dizer, estarão à espera, “poisados” onde tiverem sido disseminados por pessoa(s) contaminada(s). Dadas as suas reduzidíssimas dimensões passam sem a mínima obstrução por qualquer malha de filtro. Até, acrescentaríamos, tanto melhor quanto mais limpos eles estiverem… Ou seja, não será a manutenção do ar condicionado, mais propriamente, dos filtros dos seus aparelhos, ou das saídas de distribuição do ar para os locais onde se encontram pessoas, que obstará a que os vírus sejam levados pela corrente do ar insuflado e aí se disseminem.

Também a introdução de produtos desinfectantes (óptimos para as infecções microbianas, por bactérias, fungos e bolores) não terá qualquer efeito sobre os vírus, que apenas são destruídos com substâncias específicas para cada estirpe.

Assim, em relação aos sistemas de ar condicionado ditos normais, sem ecrãs de plasma ou de iões, sem nenhum sistema inovador, há que reter a ideia que uma pessoa saudável exposta directamente ao ar climatizado (quente ou frio) distribuído a partir dum pequeno aparelho ou dum sistema de condutas que conduz ar recirculado, isto é, ar que em tempos de pandemia já circulou numa sala onde alguém infectado está a libertar vírus de gripe, tem – seguramente - maiores probabilidades de ser contaminada do que uma pessoa que se instale numa parte da sala onde a corrente directa do ar insuflado não a atinge.

E, naturalmente, ainda menos hipóteses haverá de contaminação, se a circulação do ar estiver interrompida. Só que isso passa por não se fazer climatização do ar ambiente, o que pode tornar-se penoso para as pessoas que se encontram na sala e levar a que a qualidade do ar interior, a QAI ambiente baixe para valores incómodos ou até inaceitáveis.

Em suma, ar condicionado e a gripe são elementos que não têm entre si qualquer correlação que justifique medidas especiais. Salvaguardemos, no entanto, alguma improvável hipótese de a OMS trazer entretanto a público qualquer ideia inovadora sobre este assunto. Boa imunização, são os nossos desejos!

    Luís Fonseca e Silva
Secretário-Técnico | APIRAC
     
   
   

Energias renováveis no combate à crise

     
 

Numa altura em que as energias renováveis se cruzam cada vez mais com a política e os negócios, com a crise económica e o desemprego a subir, esta área parece ser a única dar razões para optimismo no investimento e na criação de trabalho para os próximos anos. Há alguns meses, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) anunciou que, até 2030, deverão ser criados 20 milhões de novos "empregos verdes" e investidos 437 mil milhões de euros, a nível mundial.

Em Espanha, acabam de ser divulgadas projecções que indicam que, no prazo de 21 anos, o país poderá criar 600 mil novos postos de trabalho, com um contributo adicional para o Produto Interno Bruto (PIB) de 296 mil milhões de euros, se se mantiver a aposta nas energias renováveis. Isto para além de poupanças de 350 mil milhões de euros na importação de energia e da redução da dependência energética face ao exterior, passando de 80 para 60 por cento.

Estima-se que, em 2007, deste universo de emprego previsto, já tivessem sido gerados 189 mil postos directos e indirectos, dos quais 37.730 no sector da energia eólica, logo a seguir aos 38 mil da Alemanha, que continua a ser o líder europeu, de acordo com a Associação Empresarial Eólica de Espanha, o Instituto Sindical do Trabalho, do Ambiente e Saúde, e da Associação Europeia da Energia Eólica.

Em Portugal, a Associação Portuguesa para as Energias Renováveis (APREN) promete brevemente novos dados com base num estudo ainda em curso. Para já, estima-se que, entre 2007 e 2015, 22.900 dos novos postos de trabalho se vão ficar a dever às energias hídrica e eólica, segundo cálculos da própria indústria. Em termos de investimento, são esperados 15,5 mil milhões de euros neste período.  

A Comissão Europeia estima que a UE conta com 1,4 milhões dos 2,3 milhões de trabalhadores no sector das renováveis a nível mundial.

   
   

Pneus ecológicos

     
   

Um dia todos os automobilistas poderão guiar um carro com pneus “verdes”. A fibra constituinte destes pneus é extraída de plantas, madeira ou cortiça.

Estudos da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, descobriram o grande potencial da celulosa microcristalina, que pode ser extraído da qualquer fibra de planta, para substituir a manufactura de pneus de borracha.

A fibra celulosa tem sido usada em tipos de borracha, produtos de automóveis, mas nunca em pneus, uma vez que são utilizados carbono e  sílica, dois produtos muito dispendiosos a nível de energia.

Com a introdução da fibra celulosa nos constituintes do pneu, iria ser gasta menos energia na sua produção, reduzindo custos, uma vez que o pneu resistiria a mais calor. Estes pneus teriam uma fácil aderência em chão molhado e seriam bastante eficientes a nível de consumo de combustível.

   
   

Novas regras para recolha de óleos alimentares usados

     
 

Foi aprovado pelo governo um Decreto-Lei que estabelece o regime jurídico da gestão de óleos alimentares usados. Este documento cria um conjunto de normas para a implementação de circuitos de recolha selectiva de óleos alimentares usados (OAU). O novo decreto que estabelece o regime jurídico da gestão de OAU define circuitos de recolha selectiva, assim como o seu correcto transporte, tratamento e valorização.

As novas regras definem também obrigações no domínio da sensibilização e da investigação e desenvolvimento dirigidas a todos os intervenientes no processo, entre consumidores, produtores de óleos alimentares novos, operadores da distribuição, municípios, entre outros.

O presente diploma deu especial atenção à recolha de OAU no sector doméstico, onde os municípios têm um papel importante, tendo sido estabelecidos objectivos concretos para a constituição de redes municipais de recolha e fixadas metas a alcançar, o que implica obrigatoriedade de todos os municípios criarem pontos de recolha.

   
    Sistema Aprendizagem - Novos Cursos
   

APIEF - Formação Qualificante para Jovens

   

A formação profissional é um das respostas mais eficazes para um vasto conjunto de questões que se levantam hoje em dia num contexto de crise generalizada, não só no plano económico mas também no plano social. A busca de habilitações relevantes para o mercado de trabalho e uma proposta profissional gratificante para os jovens encontra, neste tipo de formação, um espaço que deve ser valorizado.

A APIEF está consciente deste contexto, desenvolvendo acções profissionais especializadas nas áreas da energia, climatização, refrigeração e ambiente. Sendo uma entidade originada no tecido empresarial e profissional da área, é certificada pela DGERT e dispõe de instalações adequadamente apetrechadas para este tipo de formação, tecnologicamente exigente.

Estamos certos do interesse que estes cursos, pela sua potencialidade de empregabilidade futura, actualidade e conteúdo tecnológico despertarão junto de jovens com o 9º ano e idades entre os 15 e os 25 anos, constituindo projectos de formação profissional à medida para necessidades específicas da comunidade e contribuindo para o seu desenvolvimento sustentado.



   
     

» LISBOA
Isabel Fonseca
Tel: 213 224 260
Telm: 964 942 931
Fax: 213 474 576
formacao@apirac.pt
formacao@apief.pt

» PORTO
Dra. Patrícia Maia
Tel: 222 088 837
Telm: 964 942 932
Fax: 213 474 576
apirac.porto@apirac.pt
formacao.porto@apief.pt

» GUIMARÃES
Dra. Maria José
Tel: 213 224 260
Telm: 964 942 931
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apirac.guimaraes@apirac.pt
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Microgeração em Portugal

     
   

Desde 1986 que existe o primeiro parque eólico em Portugal, na Ilha de Porto Santo - Madeira. Há 2 anos, no final de 2007, Portugal era o décimo produtor mundial de energia eólica. Actualmente, Portugal é o 3º país a nível mundial no que respeita à contribuição da produção eólica no consumo anual de energia. Nos últimos anos houve um forte crescimento na instalação de parques eólicos, resultado do enorme investimento no sector das energias renováveis e devido ao elevado potencial eólico do nosso país. Foram instalados cerca de 2125 MW de potência e foi em Portugal (no Minho) que, no final do ano passado, foi inaugurado o maior parque eólico da Europa com uma capacidade instalada de 290 MW. Neste momento, a energia eólica contribui com 13,2% para o bolo de electricidade consumida em Portugal, e apenas a Dinamarca tem melhor aproveitamento.

No contexto actual das alterações climáticas e com o aumento da sensibilização para a utilização das energias renováveis, é de todo o interesse o aproveitamento da energia eólica também em ambientes urbanos. Tem-se, assim, verificado um crescente interesse de investidores no mercado de microturbinas eólicas para ambientes urbanos. Até ao início de 2008, não havia legislação em Portugal que regulasse o regime de microgeração. No entanto, com a entrada em vigor do Dec.-Lei 363/2007, de 2 de Novembro, a situação mudou e a microgeração tornou-se uma possibilidade de investimento interessante.

A produção de energia eólica em ambiente urbano pode contribuir de forma decisiva para a diminuição da nossa dependência energética do exterior, assim como tornar possível atingirem-se compromissos internacionais como o Protocolo de Quioto e as Directivas Comunitárias.

Microgeração ou produçãodistribuída é a geração de energia pelo próprio consumidor (empresa ou particular) utilizando equipamentos de pequena escala, nomeadamente painéis solares, microturbinas eólicas ou outro tipo de tecnologia. Uma instalação deste tipo é designada "unidade de microprodução" e com elas a energia produzida pode ser aproveitada para aquecimento de águas sanitárias mas também para a produção de energia eléctrica, cujo excesso é depois vendido à rede de distribuição da EDP.

Se quiser saber mais sobre o assunto, sugerimos-lhe um site interessante e muito bem explicado. Boa viagem!

     
   
    Datas para pagamento de impostos
     
   

     
   
    Catálogo Nacional de Qualificações
     
   

Portaria nº 781/2009, de 23 de Julho - estabelece a estrutura e organização do Catálogo Nacional de Qualificações.

   
   

Portaria nº 782/2009, de 23 de Julho - Regula o Quadro Nacional de Qualificações e define os descritores para a caracterização dos níveis de qualificação nacionais.

   
   

Eleições

     
   

Mapa Oficial nº 2/2009, de 31 de Julho - Mapa com o número de deputados a eleger para a Assembleia da República e a sua distribuição pelos círculos eleitorais (nº 4 do artigo 13º da Lei nº 14/79, de 16 de Maio, com a redacção dada pela Lei Orgânica nº 1/99, de 22 de Junho).

   
   

Madeira - Produção de energia fotovoltaica

     
   

Decreto Legislativo Regional nº 19/2009/M, de 31 de Julho - estabelece o prazo para conclusão dos trabalhos de instalação de estabelecimento de produção de energia fotovoltaica.

   
   

Açores

     
   

Decreto Legislativo Regional nº 14/2009/A, de 29 de Julho - Estabelece um regime excepcional de liberação da caução nos contratos de empreitada de obras públicas.

   
   

Contabilidade - coeficientes de desvalorização da moeda

     
   

Portaria nº 772/2009, de 21 de Julho - Actualiza os coeficientes de desvalorização da moeda a aplicar aos bens e direitos alienados durante o ano de 2009, para efeitos de determinação da matéria colectável do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares.

   
   

Estrangeiros - entrada e permanência

     
   

Portaria nº 760/2009, de 16 de Julho - Adopta medidas excepcionais quanto ao regime que fixa os meios de subsistência de que devem dispor os cidadãos estrangeiros para entrada e permanência em território nacional.

     
   
    CONBRAVA 2009
    São Paulo, BRASIL |22 a 25 de Setembro'09
 

No próximo dia 22 de Setembro terá lugar o 1º dia do XI Conbrava – Congresso Brasileiro de Refrigeração, Ar condicionado, Aquecimento e Tratamento de Ar, que tem como Tema “Sustentabilidade – manter para preservar”, no Centro de Exposições Imigrantes, na cidade de São Paulo.

O evento é realizado pela ABRAVA – Associação Brasileira de Ar condicionado, Refrigeração, Ventilação e Aquecimento com apoio do Sindratar SP – Sindicato das Indústrias de Refrigeração, Aquecimento e Tratamento de Ar do Estado de São Paulo.

Contactos:
Alessandra Lopes
E-mail: alessandra.lopes@mcocom.com.br
Fonefax: (11) 3231.3132
SP,  30/06/09

     
   
    SINERCLIMA 2010
    EXPOSALÃO |25-26-27-28 de Fevereiro'10
 

A APIRAC já está a preparar a terceira edição da Grande Feira do Sector de Energia, Refrigeração, Climatização, Qualidade do Ar Interior e Energias Renováveis - SINERCLIMA 2010.

Novamente na Exposalão Batalha, durante quatro dias, onde certamente encontrará bons contactos, novidades, parcerias de negócios e profissionais da área e ainda um conjunto de conferências de eleição.

Não perca esta oportunidade, tanto como expositor, como visitante, renove contactos e crie ambiente aos bons negócios. Agende a sua presença na SINERCLIMA.

Contactos:
APIRAC - Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado | Lisboa
Tel.: +351 213 224 260 | comunicacao-imagem@apirac.pt

EXPOSALÃO - Centro de Negócios | Batalha
catarinaalves@exposalao.pt | rogeriohenriques@exposalao.pt