De entre as cerca de 220 empresas associadas da APIRAC que possuem alvará para exercício de actividades nas áreas do AVAC&R, 98 empresas possuem também alvará da “4.ª Categoria, Instalações eléctricas e mecânicas”, nas subcategorias relacionadas com a especialidade da Electricidade.

Para a v/ Associação esta evidência assume hoje notável relevância face ao acompanhamento que pretendemos estruturado e permanente junto das empresas associadas, no intuito de lhes facultar os apoios adequados às suas reais necessidades, tentando não deixar desprotegidas vertentes ou áreas de negócio da sua intervenção empresarial.

Dentro desta preocupação, em 23 de Novembro passado convocámos as empresas a quem este tema comum respeitava, convidando-as a participar numa primeira reunião preparatória para o arranque dos trabalhos daquela que desejamos seja a futura Comissão de Trabalho “Electricidade”, reunião essa que já teve lugar no passado 12 JAN.2010, nas instalações da APIEF.

Com boa vontade e animados do mais salutar espírito associativo compareceram cerca de uma vintena de participantes, tendo os problemas detectados neste primeiro encontro passado por três vertentes duma luta que vai ter de ser travada e em que a APIRAC quer ter um papel determinante:

- A deficiência de formação de base com que os novos profissionais da electricidade chegam ao mercado de trabalho (não há comparação entre o que vinham a saber executar – e entender – os antigos jovens saídos das Escolas Técnicas, com o que sabem fazer os jovens de hoje com o seu 9º ou 12º ano demasiado teórico e excessivamente dispersado);

- a ”desvalorização” que se está a sentir no Sector da Electricidade em relação àquilo que são ainda hoje os degraus profissionais concedidos pela DGEG (ex-DGE) para a concessão do alvará, os GP-04 e 03 para electricista e GP-02 e 01 para engenheiros técnicos e engenheiros electrotécnicos, que hoje pouco parecem representar quando comparados com os graus adquiridos pelos profissionais do AVAC, os TIM 2 e 3, os TQAI, os TRF ou, mesmo, os manuseadores de fluidos, técnicos dos Grupos A-B-C;

- finalmente, o problema comum a todas as empresas instaladoras de AVAC, do esmagamento dos preços das suas propostas face ao modo de actuação dos donos-de-obra, as grandes empresas de construção civil, até aqui altamente favorecidas pelas leis vigentes. Se este é um problema para o qual se terão de encontrar moralizações, também a verificação das condições de certificação das empresas e dos seus técnicos carece de credibilidade, pois, o que hoje se encontra, pouco tem de comum com o que deveria ser praticado.

O próximo passo assentará na composição da Comissão que funcionará em articulação com a nossa parceira APIEE. Este será mais um projecto em colaboração entre as duas associações que, para além de associações fundadoras da APIEF, constituíram em conjunto, com a mesma APIEF, o CENTERM, no passado 07 JAN.2010.

Como vêem, há muito por onde a APIRAC, a APIEE e as suas empresas associadas têm de pugnar. Assim saibamos, com a ajuda das boas vontades que neste primeira reunião se divisaram, ajudar também a melhorar este nosso Sector.

    Luís Fonseca e Silva
Secretério-Técnico | APIRAC
     
   
   

ANREEE obtém licença para o registo
de produtores de pilhas e acumuladores

   

A Associação Nacional para o Registo de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (ANREEE) alarga o seu âmbito de actividade

 

A Associação Nacional para o Registo de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (ANREEE) acaba de ser licenciada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para organizar e assegurar a manutenção do registo nacional de produtores de pilhas e acumuladores (P&A), previsto no Decreto-lei 6/09 e à semelhança do que já acontecia para os produtores de equipamentos eléctricos e electrónicos (EEE) desde 2006.
Desta forma, a ANREEE passa a assegurar também o registo deste tipo de materiais que entram no mercado nacional, contribuindo assim, a jusante, para a correcta valorização dos resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos e de pilhas e baterias.

Ao abrigo desse Decreto-lei passam também a ter que se registar todas as entidades  que colocam pilhas e acumuladores, pela primeira vez, no mercado nacional. Estão incluídas  desde as pilhas e acumuladores  disponibilizadas isoladamente  às P&A incorporados em aparelhos e em veículos automóveis,  independentemente da técnica de venda utilizada, incluindo a venda por comunicação à distância.

“O registo de produtores de pilhas e acumuladores não representa mais do que um simples alargamento da actividade que a ANREEE já desenvolve há vários anos”, afirma José António Rousseau, presidente da ANREEE. “Uma vez que a maior parte dos produtores que já se encontravam registados na ANREEE é, simultaneamente, produtor de pilhas e acumuladores, este alargamento representa uma simplificação de processos para estas empresas”, concluiu.

À ANREEE cabe ainda a missão de manter a APA informada sobre a situação de incumprimento por parte dos produtores de EEE e P&A no que respeita às obrigações de registo e prestação de informação periódica, conforme a legislação em vigor. A APA, por sua vez, permanece como a entidade responsável pelo acompanhamento e fiscalização da execução das actividades inerentes ao registo desenvolvido pela ANREEE, sem prejuízo das competências de fiscalização atribuídas a outras entidades como a ASAE e a IGAOT. De acordo com os dados mais recentes, estima-se que cerca de 20 mil produtores de Equipamentos Eléctricos e Electrónicos (EEE) continuem em situação de incumprimento legal na Europa, escapando anualmente ao sistema de registo que a legislação comunitária e nacional impõe.

O processo de registo para produtores de P&A, que a ANREEE vai agora iniciar, será desenvolvido através da mesma plataforma informática, - à qual foram feitas as devidas adaptações e actualizado o nome para –Sistema Integrado de Registo de Produtores (SIRP) – respeitando sempre as mesmas regras de simplicidade, acessibilidade e ambiente amigável para o utilizador.

Toda a informação sobre o registo de produtores de P&A irá passar a estar também disponibilizada  no site da ANREEE: www.anreee.pt

Fonte: ANREEE

   
   

ISO prepara norma internacional para garantir sustentabilidade da bioenergia

   
 

A ISO está a desenvolver uma norma internacional para as questões de sustentabilidade associadas à bioenergia. A norma, designada ISO/PC 248, deverá juntar o know how dos mais reputados especialistas internacionais e as melhores práticas do mercado, no sentido de discutir os aspectos sociais, económicos e ambientais da produção, abastecimento e utilização da bioenergia. Também deverão ser identificados os critérios para a prevenção do ambiente.

A criação deste normativo surge na sequência do interesse crescente nesta nova forma de produção de energia um pouco por todo o mundo, quando se verifica uma falta de definição de critérios de sustentabilidade.

Fonte: Ambienteonline

   
   

Menor eficiência energética em 2009

   

 

 

Segundo relatório da Quercus, Portugal apresentou menor eficiência energética no ano passado. Apesar da redução garantida no consumo de electricidade, a mesma desceu a um ritmo mais lento do que o Produto Interno Bruto (PIB). Numa análise ao consumo de electricidade nacional durante 2009, a Quercus conclui que apesar do consumo ter reduzido em território nacional, o decréscimo de 1,4% foi inferior ao verificado no PIB, de 3%, o que permite concluir que Portugal terminou o ano com menor eficiência energética.

A associação ambientalista explica que a intensidade energética, um indicador de eficiência, surge da relação entre o consumo de electricidade e o PIB, e lembra que a tendência é uma realidade que se tem vindo a efectivar desde 2007.

No seu relatório, os ambientalistas afirmam que «à excepção de 2007, Portugal não tem conseguido inverter esta tendência. Isto é, continua a precisar de mais electricidade para produzir uma unidade de riqueza».

Fonte: Portugal mail

   
   

Portugal é o segundo utilizador de energia eólica no mundo

   


 

Portugal alcançou, em 2009, o segundo lugar a nível mundial, como país onde a energia eólica é mais usada. Em primeiro lugar está a Dinamarca e em terceiro a Espanha.

Segundo dados da Ren - Rede Eléctrica Nacional, SA, referentes aos valores de consumo de electricidade dos lares portugueses do ano passado, 15.03 por cada 100 watt consumidos tiveram origem no vento. Face aos valores referentes a 2008, estes dados revelam um crescimento de 31.6%.

Registaram também aumentos significativos no consumo outras fontes de energias renováveis, destacando-se a energia fotovoltaica com um crescimento de 315% e a hidroelectricidade com um crescimento de 24.7%.

Em 2009, as energias renováveis, representaram 35.9% do consumo de energia eléctrica, tendo sido as energias limpas, co-geração e biomassa, a contribuir para estes valores.

Fonte: ABC do Ambiente

   
   

Câmara Ecológica

   


 

A procura de novas tecnologias que minimizem o impacto no meio ambiente é cada vez mais relevante. Os designers Bryn Seymour e Jon Roth Aptel, desenvolveram uma câmara ecológica capaz de gerar sua própria energia. Neste caso a pilha, assim a bateria e a tomada serão dispensáveis.

A Twist Câmara, como foi baptizada, é uma pequena câmara digital que utiliza um mecanismo giratório para gerar sua própria energia.

O equipamento tem um design minimalista e, por isso, o visor é simplesmente um orifício redondo no corpo da câmara onde é possível enquadrar a foto. É equipada com um botão giratório para gerar energia, outro para tirar fotos e uma lâmpada multicolorida de LED. As fotografias podem ser descarregadas da câmara via USB com uma resolução de 5 megapixels.

Este mecanismo giratório mostra como as últimas tecnologias podem viver de um modo mais harmonioso na sociedade actual e consciencializar as pessoas de que a energia não chega apenas através da tomada.

   
   

Empresas Portuguesas criam solução para ligar carro eléctrico ao telemóvel

   


 

Num futuro próximo será possível saber, através do seu telemóvel, quantos quilómetros ainda pode fazer com o seu automóvel eléctrico. A solução tecnológica que irá permitir “ligar” os carros eléctricos aos telemóveis estará pronta no final deste ano. Este sistema está a ser desenvolvido por pela Novabase, Efacec e Critical Software.

O objectivo do governo português é que em 2011 haja uma rede de 1350 postos de abastecimento eléctrico distribuídos por todo o país. Considera-se que este é o primeiro passo para que o carro eléctrico passe a ser considerado uma opção de mobilidade para os portugueses.

Além da rede de abastecimento e dos incentivos fiscais, cabe aos construtores de carros fornecer os veículos em massa. Algumas marcas já apresentam protótipos mas para que os carros eléctricos e a rede funcionem harmoniosamente é necessária uma plataforma tecnológica de administre todo o processo de forma eficiente, em que seja possível fazer uma gestão em tempo real de informação como o estado do carregamento, monitorização de consumos, capacidade integrada de facturação de serviços, associando o estacionamento ao carregamento.

Fonte: Diário Económico

   
   

Inventor caldense aperfeiçoa carro movido a energia eólica

   


 

João Jesus, um inventor das Caldas tem novo protótipo de um carro movido a energia eólica que já tem nome, “energy auto sol e vento”.

“Aperfeiçoei a ideia inicial, fiz uma série de experiências e criei novos modelos de turbinas. São uma base de ensaio para captação de energia eólica e transformar em energia para gerar corrente para um carro eléctrico”, explicou.

O sistema de alimentação do carro são turbinas desenvolvidas artesanalmente por João Jesus, mas nas pequenas correcções conseguiu aumentar o número de rotações “só com ligeiros acertos nas lâminas das turbinas”.

João Jesus julga que com fabrico em série poder-se-á aperfeiçoar este modelo.

João Jesus julga que o motor eléctrico tem de ser criado com cerca de 10 a 15 cavalos, para que o carro ande a 90km/h e esse motor não pode ter um consumo exagerado, cerca de 100 amperes-hora.

“O carro pode tornar-se autónomo, mas o motor tem de ter consumo reduzido para que a turbina que gera corrente a possa armazenar nas baterias”.

“Os geradores de corrente têm de ser criados. As baterias têm de ser mais leves e devem carregar em meia hora e não em quatro horas como actualmente”, referiu.

Apesar de todos estes avisos, João Jesus revelou que o ensaio “é eficiente ainda porque mesmo sem vento a deslocação do veículo produz energia” que é acumulada nas baterias por acção das turbinas. Segundo o criador, as coisas estão mais definidas para o sistema de alimentação para o carro eléctrico, mas ainda é preciso ser estudado por outras pessoas ou por uma equipa, o desenvolvimento de um motor, um gerador e uma bateria, mostrando-se o criador caldense disponível em colaborar.

Fonte: Jornaldas Caldas

   
   

Economia

   

Euribor desce em todos os prazos com taxas a três e seis meses em mínimos

 

As taxas Euribor voltaram a descer, com a taxa a três, a seis e a nove meses a voltarem a reforçar mínimos históricos.

A Euribor três meses desce pela décima sessão consecutiva e volta a registar um mínimo histórico nos 0,677% e a taxa a um mês recua para 0,435%.

Também em mínimos estão, a Euribor seis meses, que recua para 0,975% e a taxa a 9 meses desceu para 1,101%. No período mais longo, a taxa permanece longe dos mínimos históricos, tendo recuado para 1,225%.

A queda das taxas surge depois de na passada quinta-feira, o BCE ter optado por deixar as taxas de juro em 1%. O presidente da autoridade monetária sinalizou que a taxa irá permanecer inalterada nos próximos meses, uma vez que a recuperação da economia continuará a ser moderada.

Fonte: Jornal de Negócios

   
   

Emprego

   

A ministra do Trabalho confirmou hoje, no final do Conselho de Ministros, que as medidas de apoio criadas em 2009 vão ser alargadas a 2010, tal como o Governo já tinha anunciado.

 

Segundo Helena André, as medidas de apoio ao emprego vão abranger 760 mil pessoas, representando um custo de 500 milhões este ano.

Muitos dos incentivos já existiam em 2009, mas o Governo vai agora reforçar alguns apoios. Entre as novas medidas destaca-se a redução das contribuições em um ponto percentual das empresas, sobre trabalhares com salário mínimo no ano passado.

A medida está em discussão com os parceiros sociais, mas o Executivo quer agora alargar o âmbito de intervenção.

Assim, a redução dos descontos também vai recair sobre trabalhadores que em 2009 recebiam até 475 euros (resultantes da negociação colectiva) e que este ano venham a ser aumentados em pelo menos 25 euros.

Foram também aprovados os incentivos aos estágios e posterior contratação de desempregados sem subsídio com mais de 35 anos, tal como avançou hoje o Diário Económico.

Entre as novas medidas constam também os apoios à contratação a termo de desempregados com mais de 40 anos inscritos nos centros de emprego há mais de nove meses. Neste caso, as empresas contam com uma redução de 50% nas contribuições para a Segurança Social no primeiro ano e de 65% nos seguintes.

Já no caso da contratação sem termo deste grupo específico as empresas recebem 2500 euros e estão isentas de contribuir para a Segurança Social durante dois anos. Em alternativa, pode estar isentas de descontos durante três anos.

Fonte: Diário Económico

     
   
    Conferência IAPMEI | Empresas Associadas da APIRAC
   

SINERCLIMA’10, Exposalão Batalha, 25.Fevereiro.2010, 15H00-17H00

 

O SINERCLIMA constitui um espaço privilegiado para o encontro das empresas e dos profissionais do Sector e assume-se decisivamente no quadro de intervenções da APIRAC como um fórum dirigido para a aproximação do mercado aos agentes com responsabilidades diversas, sob o ponto vista político, económico e tecnológico. Razão porque a par do evento feira contamos com realizações que consubstanciam o conceito de feira que promovemos e que de acordo com a nossa perspectiva conferem ao evento a profundidade que justifica a própria feira.

Assim, entre um conjunto de conferências previstas no Programa de actividades paralelas, consta um encontro promovido pelo IAPMEI inserido numa lógica da Competitividade, Qualidade, Financiamentos e Seguros de Crédito que permitia apresentar e debater instrumentos disponíveis para as empresas do nosso Sector.

Este é um projecto pensado numa parceria com o IAPMEI abraçando todo o sector da Refrigeração e Climatização, embora observando as diversas especificidades próprias dos segmentos de mercado que compõem a cadeia de negócio do sector e que se encontram integrados na representatividade sectorial da APIRAC.

Objectivos a cumprir na conferência a realizar No SINERCLIMA:

  1. Apresentar e informar sobre a pareceria e seu programa de intervenções;
  2. Divulgar e esclarecer os empresários sobre instrumentos financeiros disponíveis às empresas para reforço da sua competitividade.

Este encontro será sequenciado ao longo do ano por três workshops dirigidos a segmentos específicos da actividade. Estas sessões de trabalho considerarão, para além de representantes do IPAMEI, da APIRAC e das empresas associadas da APIRAC, a participação de observadores que enriqueçam os painéis de discussão em torno da especificidade da actividade dos segmentos participantes.

O objectivo destas realizações consiste na análise de diagnóstico, resultante de encontros interactivos com empresas, que permita delinear um plano de acções consistente com as necessidades empresariais do sector, numa óptica do fortalecimento da sua competitividade.

Caro associado, concilie a sua visita ao SINERCLIMA com a participação num encontro de inquestionável valor informativo para sua empresa, recebendo informação e questionando directamente o IAPMEI sobre instrumentos disponíveis para apoiar a sua actividade.

A participação é gratuita, mas sujeita a confirmação de presença, através de preenchimento de ficha de inscrição, que poderá descarregar aqui, e envio para os serviços de Comunicação e Imagem da APIRAC, podendo utilizar os seguintes contactos:

comunicacao-imagem@apirac.pt | fax: 213 474 576

   
     

» LISBOA
Isabel Fonseca
Tel: 213 224 260
Telm: 964 942 931
Fax: 213 474 576
formacao@apirac.pt
formacao@apief.pt

» PORTO
Dra. Patrícia Maia
Tel: 222 088 837
Telm: 964 942 932
Fax: 213 474 576
apirac.porto@apirac.pt
formacao.porto@apief.pt

» GUIMARÃES
Dra. Maria José
Tel: 213 224 260
Telm: 964 942 931
Fax: 213 474 576
apirac.guimaraes@apirac.pt
formacao.guimaraes@apief.pt

 


Inscreva-se Já!



     
   
   

Hidrogénio “limpo” a partir de águas residuais

     
 

Na universidade holandesa de Wageningen, parece ter sido resolvido o problema há vários anos sem solução de se produzir hidrogénio a partir de águas residuais orgânicas. Trata-se de uma tecnologia que oferece boas perspectivas de sucesso e encontra-se já em processo de ser patenteada. Referimo-nos à produção de hidrogénio “limpo” a partir do lixo orgânico presente em águas residuais.

Esta descoberta da universidade holandesa, faz com que o idealizado modelo da "economia do hidrogénio", mencionado como a solução para o fim do efeito estufa e da poluição produzida por fontes de energia não-renováveis, esteja mais próximo de se tornar realidade.

O hidrogénio "limpo" demonstra ser o combustível ideal para que a sociedade fique livre do seu tão indesejado poluente, o dióxido de carbono. Com este novo tipo de combustível, uma célula de hidrogénio pode gerar energia eléctrica que, por sua vez, alimenta o motor dos automóveis, estes emitirão através do seu escape, apenas um pouco de vapor de água.

De acordo com o professor Buisman, que orientou a investigação, a descoberta foi feita por acaso, quando se pesquisava a possibilidade de produzir corrente eléctrica por meio de bactérias. Quando estavam a ser usados micróbios especiais, encontrados na sujidade dos materiais orgânicos de águas residuais, num determinado momento, aperceberam-se que tinham produzido electrões e protões, as partículas que constituem o princípio básico para a produção de hidrogénio.

"Nesta fase da investigação, tiveram a brilhante ideia de inverter o princípio, colocando corrente eléctrica na água residual, juntamente com as mesmas bactérias, que a seguir, começaram espontaneamente a produzir hidrogénio". Os investigadores acreditam que, uma vez desenvolvida, esta nova tecnologia poderá produzir-se hidrogénio, finalmente a partir de fontes de energias renováveis, sem poluir o ambiente.

Se quiser saber um pouco mais sobre o assunto clique aqui. Boa viagem!

     
   
    Datas para pagamento de impostos
     
   

     
   
   

Orçamento da RA da Madeira - 2009

     
   

Decreto Legislativo Regional n.º 32/2009/M, de 30 de Dezembro - Altera o Decreto Legislativo Regional n.º 45/2008/M, de 31 de Dezembro (Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2009).

   
   

IRS e IRC -Adaptação do sistema fiscal na RA da Madeira e dos Açores para 2010

     
   

Decreto Legislativo Regional n.º 25/2009/A, de 30 de Dezembro - Aprova o orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2010.

   
   

Decreto Legislativo Regional n.º 34/2009/M, de 31 de Dezembro - Aprova o orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2010.

   
   

Orçamento de Estado para 2009

     
   

Lei n.º 118/2009, de 30 de Dezembro - Segunda alteração à Lei n.º 64-A/2008, de 31 de Dezembro (Orçamento de Estado para 2009).

   
   

Benefícios fiscais - Código Fiscal de Investimento - Códigos de actividade económica

     
   

Portaria n.º 1452/2009, de 29 de Dezembro - Define os códigos de actividade económica (CAE) correspondente a várias actividades.

   
   

Imposto Municipal sobre Imóveis - valor de construção por m2 - 2010

     
   

Portaria n.º 1456/2009, de 30 de Dezembro - Fixa o valor médio de construção por metro quadrado para vigorar em 2010.

   
   

IRS e IRC

     
   

Portaria n.º 1416/2009, de 16 de Dezembro - Aprova o impresso da declaração modelo n.º 10 do IRS e do IRC e revoga a Portaria n.º 16-B/2008, de 09 de Janeiro.

   
   

Código Contributivo

     
   

Resolução da Assembleia da República n.º 112/2009, de 18 de Dezembro - Prorrogação do prazo da entrega em vigor do Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social.

   
     
   

Lei n.º 119/2009, de 30 de Dezembro - Primeira alteração à Lei n.º 110/2009, de 16 de Setembro, que estabelece uma nova data para a entrada em vigor do Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social.

   

 

   
    APIEF e APIRAC
    Estágios Profissionais em Empresas do SECTOR, GRATUITOS e SEM ENCARGOS
 

» Sistema Aprendizagem - Colocação de formandos em Entidades de Apoio à Alternância

A APIEF – Centro de Formação Profissional de Indústria Térmica, Energia e Ambiente, na sequência do protocolo estabelecido com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a APIRAC - Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado, aguardam candidaturas das empresas para colocação de Formandos na vertente:

As empresas interessadas em receber formandos, queiram por favor contactar ou através de e-mail formacao@apirac.pt ou através do n.º de telefone 213 224 260, de forma a registarmos o vosso interesse.

     
   
     
    SINERFOTO APIRAC 2010
    1º Concurso de Fotografia do Sector

 

A APIRAC está a organizar o 1º Concurso de Fotografia do Sector AVAC&R.

Este desafio é lançado a todos os interessados e com gosto pela fotografia, (Associados e não Associados) a participar na 1ª edição do SINERFOTO APIRAC 2010.

O SINERFOTO APIRAC pretende vir a ser uma iniciativa de amostras de Fotografias enquadradas com a actividade do Sector e que irão estar em exposição permanente no Salão Internacional de Refrigeração – Feira SINERCLIMA’10, na Exposalão Batalha nos dias 25, 26, 27 e 28 de Fevereiro de 2010

> VER GALERIA ON-LINE

Ao participar neste Concurso, habilita-se a ganhar um dos fins-de-semana que temos para oferecer aos vencedores.

Inscreva-se e comece na sua aventura fotografica.
Divirta-se e Boa Sorte!

» Clique aqui para aceder ao Regulamento do Concurso. «

Para obter todas as informações e regulamento do Concurso queiram contactar:

Contactos:
Tel.: +351 21 3 224 260
e-mail: sinerfoto@apirac.pt
website: www.apirac.pt

   
   

Atelier do Projectista - SINERCLIMA'10

   

 

   

A APIRAC – Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado tem o prazer de convidar V. Exas. para participação gratuita como expositor no espaço “Atelier do Projectista”, integrante da Feira SINERCLIMA’10, a decorrer na EXPOSALÃO - Centro de Exposições, S.A. – Batalha, durante os dias 25, 26, 27 e 28 de Fevereiro de 2010, das 11H00 às 20H00.

O Atelier do Projectista será um espaço inteiramente dedicado às ferramentas de trabalho e pesquisa dirigidas para o mercado da Energia, Climatização e Qualidade do Ar Interior. Este será um local dentro da Feira SINERCLIMA onde poderão divulgar as vossas obras, tais como:

• Livros

• CD-ROMs

• Projectos

• Revistas

• Vídeos

• Etc.

• Software

• Monografias

 

O Atelier do Projectista pretende constituir-se como um incentivo aos visitantes do SINERCLIMA permitindo proporcionar intercâmbio de ideias, projectos e a realização de Workshops e Apresentações diversas.

Para saber tudo clique aqui

Contactos:
APIRAC - Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado | Lisboa
Tel.: +351 213 224 260 | comunicacao-imagem@apirac.pt

   
    SINERCLIMA 2010
    EXPOSALÃO |25-26-27-28 de Fevereiro'10

 

A APIRAC já está a preparar a terceira edição da Grande Feira do Sector de Energia, Refrigeração, Climatização, Qualidade do Ar Interior e Energias Renováveis - SINERCLIMA 2010.

Novamente na Exposalão Batalha, durante quatro dias, onde certamente encontrará bons contactos, novidades, parcerias de negócios e profissionais da área e ainda um conjunto de conferências e colóquios com a participação dos principais agentes com responsabilidade tutelar e técnica no mercado.

Não perca esta oportunidade, tanto como expositor, como visitante, renove contactos e crie ambiente aos bons negócios. Agende a sua presença na SINERCLIMA.

PROGRAMA DAS SESSÕES PARALELAS
»
Consulte aqui o PROGRAMA DAS SESSÕES PARALELAS a decorrer na SINERCLIMA'10 (clique para aceder)

Contactos:
APIRAC - Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado | Lisboa
Tel.: +351 213 224 260 | comunicacao-imagem@apirac.pt

EXPOSALÃO - Centro de Negócios | Batalha
catarinaalves@exposalao.pt | rogeriohenriques@exposalao.pt

     
   
    Se pretender fazer um coméntário ou deixar-nos a sua opinião, clique aqui!
     
 

 


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