Pela Circular Informativa Nº22/2010 de 29 de Outubro, pergunta-se aos Associados da APIRAC que quantidades dos vários fluidos frigorigéneos prevêem vir a manusear, na sua actividade de AVAC&R, nos segmentos de manutenção e de distribuição, quer para efeitos de destruição, quer sobretudo para efeitos de valorização (regeneração) ou de aquisição de fluido valorizado (regenerado).

Destas três opções interessa realçar a possibilidade dos nossos Associados virem a entregar fluido para valorização ou solicitar a aquisição de fluido valorizado, através do CENTERM-Centro Tecnológico para a Indústria Térmica, Energia e Ambiente, no qual se está a criar para esse efeito um serviço de apoio aos Associados da APIRAC.

Damos o exemplo da importância de se poder utilizar fluido HCFC-R22 valorizado, até 31 de Dezembro de 2014, viabilizando o funcionamento de muitos equipamentos de AVAC&R, face à ausência de fluido virgem, devido à proibição da sua comercialização. Esses equipamentos podem assim continuar a funcionar de uma forma segura e económica, evitando-se a utilização de fluidos de substituição de duvidosa eficiência e segurança, ou evitar-se ainda o abate de equipamentos por falta de fluido virgem.

Deixamos aqui a indicação de que cada vez que um Associado queira enviar um fluido frigorigéneo para destruição, que tenha em atenção que pode vir a enviá-lo para valorização, a custos semelhantes, beneficiando do aprovisionamento de um fluido com todas as suas propriedades físicas e químicas readquiridas.

Apela-se, assim, a todos os Associados interessados, que respondam ao referido questionário, já veiculado na referida Circular Nº 22/2010, de 29 de Outubro, no sentido de podermos ajuizar das necessidades das nossas empresas na valorização, ou da simples aquisição, de fluidos frigorigéneos, sobretudo da família dos HCFC, como é o caso do R22. Este princípio também se aplica em geral e a qualquer fluido da família dos HFC, como é o caso do R407C.

    José Dias Caetano
Departamento Técnico | APIRAC
     
   
   

Economia totalmente baseada em renováveis é a única alternativa

     
 

Rainer Hinrichs-Rahlwes, presidente da Federação Europeia das Energias Renováveis (EFER, na sigla original) é da opinião que é preciso começar já a trabalhar para atingir as metas definidas para 2030, que são as que devem continuar a “pavimentar” o caminho em direcção a um abastecimento de energia completamente baseado em fontes renováveis. Uma transformação que considera imperativa para o benefício da economia, do ambiente e mitigação das alterações climáticas, e que será tão «mais rápida e mais barata quanto mais cedo forem tomadas as decisões políticas necessárias».

Perante o actual cenário de necessidade de garantia de fornecimento, uma vez que os combustíveis fósseis se estão a esgotar, «as renováveis são a única tecnologia suficientemente madura para descarbonizar o abastecimento de energia. Só as tecnologias modernas e “verdes” continuarão a providenciar estabilidade económica e um crescimento orientado para o futuro», afirma Hinrichs-Rahlwes, defendendo que «não existe outra alternativa senão uma economia totalmente baseada nas energias renováveis – e o mais cedo possível».

O presidente da Federação Europeia de Energias Renováveis, Rainer Hinrichs-Rahlwes, vai ser o primeiro palestrante da Conferência “Energias Renováveis, Energias do Futuro”, no dia 10 de Novembro, logo após a sessão de abertura que será presidida pelo Secretário de Estado da Energia, Carlos Zorrinho. Paralelamente, nos dias 10 e 11 de Novembro, decorre também a conferência “Smart Cities – Cidades Eficientes”.

Na 5ª edição da Expo Energia, organizada pelo jornal Água&Ambiente, vão estar presentes 61 oradores de renome nacional e internacional, ligados ao sector, e que têm desenvolvido o seu trabalho no âmbito da eficiência energética e da energia eficiente. É o caso de Armando Viçoso, director técnico das associações Mundial e Europeia de Gás, LP; Herbert Ritter, gestor do projecto do Municipal Department for EU-Strategy and Economic Development, Unit Energy and SEP-Coordination da cidade de Viena; Karl Rábago, vice-presidente da Distributed Energy Services Austin Energy; Stefan Braendle, da Alanod – Solar Applications; Luís Román Rodríguez Cano, da Universidade de Burgos; Edith Haslinger, coordenadora de investigação da Smart Cities Initiative e Henrik Bindslev, chairman da European Energy Research Alliance, entre outros.

Para além da EDP e da ADENE, outras empresas vão marcar presença na Expo Energia 2010: a ABB, que é o grande patrocinador do evento, a REN – Redes Energéticas Nacionais, a Logica, a Dalkia, a Tecnilab, a Donauer e a Nutroton Energias, entre outros expositores e quase 500 participantes. A 5ª edição da Expo Energia acontece entre os dias 9 e 11 de Novembro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Fonte: energiasrenovaveis.worldpress

   
   

Direito do Ambiente ganha dicionário

   

 

 

A obra tem 400 entradas, reunidas em mais de 200 páginas e pretende ser uma palataforma estabilizadora de conceitos, construções e terminologias. Segundo Mário Melo Rocha, esta é «uma matéria que é muito nova e que ainda está fluída, está volátil. Ora, matéria jurídica que esteja volátil não ajuda à segurança jurídica, precisa de ter um instrumento que consolide terminologia, consolide conceitos e defina que, quando se usa um determinado nome para um determinado instrumento, nos estamos a referir exactamente àquele instrumento e não a um que está ao lado. É muito importante em matéria jurídica que isso ocorra».

E Mário Melo Rocha dá um exemplo: «durante anos, pessoas que lidaram com estas matérias usavam indistintamente os conceitos de “avaliação de impacte ambiental” e “estudo de impacte ambiental”, quando o estudo de impacte ambiental é uma peça, embora central, de um documento mais abrangente que se chama avaliação de imapacte ambiental». A clarificação destes conceitos legais é, então, o principal objectivo desta obra.

O livro pretende preencher uma lacuna na literatura académica e prática na área e ser um instrumento facilitador, uma ferramenta. Foi organizado em forma de dicionário «exactamente porque não se trata de um livro destinado exclusivamente a juristas, mas também a engenheiros, gestores, arquitectos, economistas, a todas as pessoas que lidam diariamente com as matérias ambientais», explica o autor.

Na opinião de Mário Melo Rocha, as questões ambientais vão estar cada vez mais presentes no direito nacional: «já passou o ponto de não retorno e agora está a crescer todos os dias».

O primeiro dicionário de Direito do Ambiente, da autoria de Mário Melo Rocha e Vicente Falcão e Cunha, advogados da Sociedade Rebelo e Sousa (SRS), foi apresentado ontem ao final da tarde, na sede da SRS.

Fonte: Ambienteonline

   
   

Europa lança primeiro mapa geológico digital

     
 

Oprimeiro mapa geológico digital da Europa vai ser disponibilizado pelo OneGeology-Europe. O mapa é dinâmico, multilingue, e cria uma base para a monitorização do subsolo à escala europeia, incluindo a avaliação de risco do radão, inundações, eliminação de resíduos e avaliação de recursos minerais.

Esta nova ferramenta vai ajudar os decisores de todo o continente e permitirá os cidadãos europeus saberem o que está sob as suas cidades e suas casas. Os especialistas dos Serviços Geológicos Europeus irão explicar como o projecto poderá influenciar decisões relativas ao planeamento do uso do solo e ser usado para beneficiar a vida quotidiana dos cidadãos europeus.

O projecto, iniciado em 2008 e co-financiado pela Comissão Europeia em 2,6 milhões de euros, conta com a parceria do Laboratório Nacional de Energia e Geologia, entre 28 parceiros de 21 países europeus.

O portal OneGeology-Europe pode ser acedido a partir do endereço http://www.onegeology-europe.eu/portal.

Fonte: Ambienteonline

   
   

Eficiência energética longe dos lares portugueses

     
 

«Quase dois terços das habitações portuguesas apresentam um enorme potencial de reabilitação urbana, especialmente as construídas nas décadas de 70 e 80, podendo melhorar a sua eficiência energética em média entre 25 e 50 por cento», afirmou Alexandre Fernandes, director-geral da ADENE – Agência para a Energia, na conferência “Edifícios Sustentáveis em Cidades Inteligentes”, realizada no âmbito do Salão Imobiliário de Portugal (SIL).

Segundo o director-geral da ADENE, «a casa “média” certificada dos portugueses corresponde a um apartamento urbano, localizado num edifício de três pisos, com uma tipologia T3, uma área de 110 m2 e uma classe energética C», havendo, por isso, muito espaço para a melhoria da eficiência energética nas casas portuguesas.

O aquecimento de águas (caldeiras e esquentadores), os isolamentos (cobertura de paredes e pavimentos), a correcção de vãos envidraçados e a energia solar térmica são as principais áreas de intervenção para melhorar o desempenho energético das habitações.

Lembrando que a Directiva 2010/31/EU obrigará, entre outros requisitos, a que todos os anúncios de venda ou arrendamento de casas incluam a sua classe energética, Alexandre Fernandes apresentou ainda as principais conclusões de um estudo da Data.E / Marktest, com base numa análise efectuada em 25 cidades. Nesse estudo, 59 por cento dos inquiridos afirma que uma boa classe energética pode influenciar o preço de uma habitação. «A valorização do valor de venda da casa, será sempre superior a 5 por cento», afirma a ADENE.

É nesse sentido, de acordo com o estudo, que 35 por cento dos portugueses tenciona fazer o certificado energético (CE) da sua casa – para a valorizar -, sendo que mais de um terço querem fazê-lo para melhorar o desempenho energético e ambiental, enquanto 28 por cento pretende obter o certificado para vender o seu imóvel.

Quando questionados sobre as medidas que tencionam implementar, os vidros duplos ocupam o primeiro lugar, com 66 por cento de respostas, seguindo-se o isolamento térmico das paredes ou cobertura (58 por cento) e o uso das energias renováveis (29 por cento).

Fonte: energiasrenovaveis.worldpress

   
   

Primeira rua LED em Seia

     
 

A primeira Rua LED do município de Seia é o largo Dr. António Borges Pires, cujas luminárias convencionais foram totalmente substituídas por luminárias UrbanLED.

Uma iniciativa da autarquia, com o intuito de promover a eficiência energética no concelho, que está integrada no projecto Rua Led, da EnergiaViva.

A autarquia reconhece a melhoria da qualidade da iluminação pública, graças à possibilidade de um completo domínio da luz, que permite reduzir o desconforto da iluminação tradicional. Para além disso, o novo sistema de iluminação proporciona uma redução do consumo na ordem dos 60 por cento, poupança financeira e redução de emissão de CO2.

Neste contexto, os 150 metros que compõem o troço de Led no Largo Dr. António Borges Pires, representarão para o Município a diminuição do consumo eléctrico em 147 mil Kwh, traduzindo-se numa poupança financeira na ordem dos 20 mil euros, num período de 14 anos. Associada a estes benefícios, a tecnologia Led figura mais um contributo para a redução de emissões de CO2, em 69,3 toneladas.

Fonte: cm-seia

   
   

OE 2011: Governo cede nas deduções fiscais

     
 

O acordo relativo ao Orçamento de Estado envolveu a cedência do Governo na questão das deduções fiscais, ao passo que o PSD deixou cair a questão da taxa social única.

O Governo cedeu nas deduções fiscais, sendo os cortes aplicados da forma como o PSD exigia, ou seja, apenas aos dois últimos escalões do IRS em rendimentos acima dos 66 mil euros anuais, uma situação que esteve na base do acordo relativo ao Orçamento de Estado.

Os sociais-democratas conseguem ainda a suspensão de todas as parcerias publico- privadas não contratualizadas, incluindo o TGV e hospitais, bem como a manutenção do IVA no cabaz alimentar, incluindo no leite achocolatado.

O PSD garantiu ainda a passagem da Unidade Técnica de Apoio Orçamental para agência independente para controlo das contas do Estado, noutras das questões em que o Governo acabou por ceder.

Fonte: Diário Económico/ LUSA

   
   

IRS - Tributação de Mais ‑ Valias obtidas na Venda de Participações Sociais

     
 

Foi publicada no Diário da República nº 143, Série I de 26-07-2010, a Lei nº 15/2010, que estabelece as novas regras de tributação em sede de IRS das mais-valias obtidas na venda de acções, quotas, obrigações, warrants, instrumentos financeiros derivados e outros títulos semelhantes.

Com efeitos a partir de 01 de Janeiro de 2010, a tributação de mais-valias prevê que, regra geral, as mais-valias obtidas na venda de participações sociais e outros títulos semelhantes sejam tributados à taxa liberatória de 20%.

Os ganhos obtidos na alienação de participações em micro ou pequenas empresas não cotadas (até 50 trabalhadores e até 10 milhões de euros de Volume de Negócios ou de Total de Balanço) serão tributados apenas em 50%.

Deixa de existir a exclusão de tributação para as acções detidas à mais de 12 meses, sendo que se os ganhos anuais obtidos por residentes não ultrapassarem os 500 euros não serão sujeitos a tributação.

Fonte: BTOC

   
   

Atendimento aos Associados

    Zona NORTE

 

Conforme já oportunamente anunciado, a APIRAC tem um serviço regular de atendimento personalizado, no seu escritório à Campanhã, na Rua Monte do Bonfim, Nº 120; 4300-350 Porto, com a intenção de dialogar pessoalmente com os seus associados, sobretudo instaladores, na procura de auscultar directamente os interessados em apresentarem os seus problemas relacionados com a actividade das suas empresas do ramo AVAC&R.
Este serviço funciona normalmente na 2ª Terça-feira de cada mês, , sendo previamente anunciada a data respectiva na semana anterior.

Assim mais uma vez vai haver na próxima Terça-Feira (09 de Novembro), o atendimento regular aos Associados da APIRAC, das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 17H00, recordando que há assuntos de actualidade, que poderão ser abordados, tão importantes como:

    • Responsabilidade Ambiental (aplicação do Decreto-Lei 147/2008 com a obrigatoriedade de constituição de garantia financeira a partir de 01 de Janeiro de 2010;
    • SIRAPA - Sistema Integrado de Registo Electrónico de Resíduos (SIRAPA). As empresas do sector que prestam manutenção a equipamentos de AVAC e refrigeração, ao procederem à recolha dos fluidos para posterior encaminhamento, seja para valorização ou destruição, são consideradas “produtoras de resíduos perigosos”;
    • ALVARÁS em AVAC (4ª Categoria-10ª Subcategoria): - a responsabilidade técnica para a Classe 1 passa a estar ao alcance das empresas com 1 TIM2 e 1 TQAI, ou um técnico que reúna as duas valências. Da calasse 2 ás empresas com 1 TIM3. Neste caso deixa de ser necessária a responsabilidade técnica assumida por 1 Engenheiro ou Engenheiro Técnico, reconhecidos para o efeito ( veja-se a Circular Informativa Nº19/2010 de 25 de Agosto sobre o assunto);
    • FORMAÇÃO MODULAR CERTIFICADA: - a APIEF disponibiliza formação de dupla certificação e financiada para activos empregados, desempregados ou em risco de desemprego, em UFCD (Unidades de Formação de Curta Duração), Possibilita o acesso gratuito, com a atribuição de uma bolsa diária equivalente ao valor do subsidio de alimentação.
    • Renovação de Certificados de Técnicos de manuseamento de fluidos frigorigeneos que afectam a camada de ozono, obtidos ao abrigo do Decreto-Lei 152/2005 e Decreto-Lei 35/2008 (veja-se a Circular Informativa Nº 21/2010 de 07 de Outubro)
    • Rotulagem obrigatória de equipamentos de AVAC&R que funcionem com fluidos frigorigeneos HCFC, como é o caso do R22;
    • Recuperação de fluidos frigorigeneos para efeitos de regeneração, como é o caso do R22. Especial atenção ao Questionário, segundo Circular Nº 22/2010 de 29 de Outubro.
   
    Comissão de Instaladores
     
 

Realizou-se no passado dia 21 de Outubro de 2010 a 22ª reunião da Comissão de Instaladores para o período de 2008/2011, onde foram tratados os seguintes assuntos:

- Formação profissional do pessoal técnico das empresas tendo em vista a facilitação da sua qualificação e certificação, não só face à legislação actual, como a que está para ser editada relativa aos novos Regulamentos técnicos sobre fluidos frigorigeneos, bombas de calor e sistemas de climatização;

- Abordagem à informação recolhida na participação da APIRAC na última Assembleia-geral de 08 e 09 de Outubro, na AREA, que é a Federação Europeia de Associações de Instaladores de AVAC&R, através do seu Membro representante da Comissão de Instaladores, Dr. José Ribeiro (Nuno Strothmann & Ribeiro, Lda), com especial destaque para a grande novidade com a aceitação da AREA como membro da comissão de especialistas da Comissão Europeia na revisão da Directiva dos F-Gases, onde Portugal também está presente através do seu representante pela APA-Agência Portuguesa do Ambiente;

- Necessidade de se controlar a qualificação das empresas de geotermia e do seu pessoal técnico, que se dedicam à aplicação de sistemas de bomba de calor e que fazem concorrência às empresas qualificadas de AVAC&R;

- O problema da concorrência das grandes superfícies no mercado doméstico (e comercial) de ar condicionado, que aconselham a montagem de aparelhos split através de uma rede de montadores de qualificação desconhecida, criando dificuldades de negócio às empresas de AVAC&R devidamente organizadas e possuidoras de Alvará para o efeito;

- Preparação da comunicação da Comissão de Instaladores no próximo Seminário sobre segurança, saúde e higiene no trabalho, organizado pela APIEF e que vai realizar-se no próximo dia 13 de Dezembro de 2010, pelo que a Comissão chama a atenção ao todos os Associados da APIRAC, especialmente dos segmentos de instalação e manutenção, para o grande interesse deste evento.

     
   
   

Estágios Profissionais
Sistema Aprendizagem

   

Novos Cursos em Lisboa

 

A APIEF vai iniciar mais uma série de cursos que no final que no decurso da formação leva os formandos a realizar uma formação prática em contexto de trabalho, vulgo, estágio sendo necessária a participação de empresas para podermos concluir o processo formativo. Assim, necessita o nosso Centro de Formação de parceiros para acolher estagiários nas áreas que se indicam:

  • TÉCNICO DE REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO – APRENDIZAGEM Duas turmas - 40 Estagiários

  • INSTALADOR DE SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS – APRENDIZAGEMUma turma - 20 Estagiários

Aspectos Técnicos:

  • Não existe qualquer contrapartida financeira de parte a parte;
  • Os custos com os formandos bem como os seguros são suportados pelo IEFP;
  • Necessária a designação de um Tutor;
  • No final da formação terá que ser enviada uma avaliação;
  • No final de cada mês terá que ser enviada a assiduidade dos formandos via fax ou email;
  • Assinatura de um protocolo / contrato entre as entidades envolvidas.

Os interessados deverão manifestar interesse junto dos contactos que a seguir se indicam:

Contactos:
Dra. Margarida Alvadia

Tel: +351 213 540 011
e-mail: margarida.alvadia@apief.pt

     
   
     

» LISBOA
Isabel Fonseca
Tel: 213 224 265
Telm: 967 830 953
Fax: 213 474 576
formacao@apirac.pt
formacao@apief.pt

» PORTO
Dra. Patrícia Maia
Tel: 222 088 837
Telm: 964 942 932
Fax: 213 474 576
apirac.porto@apirac.pt
formacao.porto@apief.pt

» GUIMARÃES
Dra. Maria José
Tel: 253 554 288
Telm: 967 446 860
Fax: 213 474 576
apirac.guimaraes@apirac.pt
formacao.guimaraes@apief.pt

 


     
   
   

Futuro energético do planeta: Fotossíntese artificial

     

 

 

A melhor solução para os problemas globais de produção de energia já foi desenvolvida, é muito eficiente e vem sendo utilizada há mais de 2 milhões de anos: a fotossíntese.

Replicar a natureza e desenvolver catalisadores capazes de imitar a fotossíntese, proporcionando uma fonte de energia limpa e praticamente ilimitada, não é sonho. Uma tecnologia capaz de usar a luz solar com eficiência semelhante à observada nas plantas seria uma gigantesca solução para a questão energética, pois a quantidade de radiação solar que chega ao nosso planeta é, como sabemos, enormíssima.

Uma hora de luz solar equivale à totalidade da energia que utilizamos num ano, hoje em todo o mundo. Não há nenhuma outra fonte energética que se aproxime de tais valores. E mais, é uma energia que incide praticamente sobre todo o globo terrestre, ou seja, é igualmente distribuída. Aprender a usar essa energia seria um salto sem precedentes na história da humanidade.

A população da Terra consome por ano, 14 TW (terawatts) de energia, sendo que a maior parte é proveniente de combustíveis fósseis como petróleo (4,5 TW), gás (2,7 TW) e carvão (2,9 TW). Como sabemos, isso é insustentável, queimamos combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial e chegamos a emitir carbono numa concentração de 360 partes por milhão (ppm).

O desenvolvimento de uma “folha artificial” seria, a melhor solução a longo prazo, pois a tecnologia para capturar a energia solar e transformá-la em electricidade, já todos conhecemos, a energia fotovoltaica. A folha artificial, é uma tecnologia que absorvendo a energia solar, armazena-a em bombas químicas e produz combustível sob a forma de metano ou metanol. O importante é que teríamos um combustível de alta densidade, como o petróleo, com uma quantidade incrível de energia armazenada num pequeno e denso barril de crude.

E a verdade é que a solução deste desafio, poderá não estar tão distante quanto parece.

Aquilo a que chamamos “folha”, nem é preciso que se pareça com uma folha real. Será uma tecnologia muito diferente da fotossíntese realizada por elas. A forma como essa tecnologia será alcançada poderá ser bem diferente da maneira encontrada pela natureza.

Quer saber mais sobre este assunto? Para isso click aqui.

     
   
    Datas para pagamento de impostos
     
   

     
   
    Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social
     
   

Decreto-Lei n.º 116/2010. D.R. n.º 206, Série I de 2010-10-22 - Elimina o aumento extraordinário de 25 % do abono de família nos 1.º e 2.º escalões e cessa a atribuição do abono aos 4.º e 5.º escalões de rendimento, procedendo à sétima alteração ao Decreto-Lei n.º 176/2003, de 2 de Agosto.

   

   

Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa

     
   

Decreto Legislativo Regional n.º 28/2010/A. D.R. n.º 206, Série I de 2010-10-22 - Cria o Instituto para o Desenvolvimento Social dos Açores e o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social nos Açores.

   
   

Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento

     
   

Portaria n.º 1101/2010. D.R. n.º 207, Série I de 2010-10-25 - Terceira alteração ao Regulamento do Sistema de Incentivos à Qualificação e Internacionalização de PME, aprovado pela Portaria n.º 1463/2007, de 15 de Novembro.

   
   

Portaria n.º 1102/2010. D.R. n.º 207, Série I de 2010-10-25 - Terceira alteração ao Regulamento do Sistema de Incentivos à Investigação e Desenvolvimento Tecnológico, aprovado pela Portaria n.º 1462/2007, de 15 de Novembro

   
   

Portaria n.º 1103/2010. D.R. n.º 207, Série I de 2010-10-25 - Segunda alteração ao Regulamento do Sistema de Incentivos à Inovação, aprovado pela Portaria n.º 1464/2007, de 15 de Novembro.

   
   

Decreto-Lei n.º 118-A/2010. D.R. n.º 207, Suplemento, Série I de 2010-10-25 - Simplifica o regime jurídico aplicável à produção de electricidade por intermédio de instalações de pequena potência, designadas por unidades de microprodução, e procede à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 363/2007, de 2 de Novembro, e à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 312/2001, de 10 de Dezembro.

   
   

Ministérios das Finanças e da Administração Pública e do Trabalho e da Solidariedade Social

     
   

Portaria n.º 1113/2010. D.R. n.º 210, Série I de 2010-10-28 - Fixa os montantes do abono de família para crianças e jovens, do abono de família pré-natal e das respectivas majorações do segundo titular e seguintes e situações de monoparentalidade.

   
   

Assembleia da República

     
   

Resolução da Assembleia da República n.º 115/2010. D.R. n.º 211, Série I de 2010-10-29 - Orçamento da Assembleia da República para 2011.

   

 

   
    APIEF
    Estágios Profissionais em Empresas do SECTOR, GRATUITOS e SEM ENCARGOS
 

» Sistema Aprendizagem - Colocação de formandos em Entidades de Apoio à Alternância

A APIEF – Centro de Formação Profissional de Indústria Térmica, Energia e Ambiente, na sequência do protocolo estabelecido com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a APIRAC - Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado, aguardam candidaturas das empresas para colocação de Formandos na vertente:

As empresas interessadas em receber formandos, queiram por favor contactar ou através de e-mail formacao@apirac.pt ou através do n.º de telefone 213 224 260, de forma a registarmos o vosso interesse.

     
   
     
   

CLIMAMED 2011 - 1st call for papers

    Madrid, ESPANHA | 2 a 3 de Junho de 2011

 

Já na sua 6ª edição, o CLIMAMED’11 terá lugar em Madrid, Espanha, durante os dias 2 e 3 de Junho de 2011.

O 1st call for papers é a 1ª chamada aos oradores interessados em poderem apresentar a sua manifestação em participar no próximo CLIMAMED.

Estes são os 9 temas proposto para o Congresso:

  • Energia Solar Térmica e outras Energias Renováveis e suas aplicações aos Sistemas de Climatização
  • Eficiência Energética em Edifícios
  • Manutenção e Exploração de Edifícios
  • Impacto Ambiental e Protecção do Meio Ambiente
  • Qualidade do Ar Interior e Saúde
  • Sistemas de Ventilação
  • Parâmetros de Conforto: significado, aplicação e seu controlo
  • Qualidade das Instalações
  • Normalização e Regulamentação
Consultem o prospecto do evento, clicando aqui

Mais informações:
ATECYR - info@atecyr.org · Tel. 91 767 13 55 · Fax. 91 767 06 38
www.atecyr.org

   
   

5ª EXPO ENERGIA 2010

    Lisboa | 09 a 11 de Novembro de 2010

 

No ano da apresentação da Estratégia Nacional para a Energia 2020, do arranque da primeira rede eléctrica inteligente em Portugal, da elaboração do Plano de Acção para as Energias Renováveis e revisão do Plano da Acção para a Eficiência Energética, a Expo Energia 2010 centra-se na Eficiência Energética como peça chave para a independência e sustentabilidade energética do país, e nos aspectos fundamentais a esta associados, como a energia inteligente e a inovação.

Mais informações:
Tel: +351 218 806 136 | Fax: +351 218 806 137
www.expoenergia2010.about.pt

     
   
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