O país fez progressos mas, de acordo com o último relatório do Conselho Nacional de Educação, Portugal ainda não se conseguiu aproximar da média europeia no que toca à qualificação. Em Portugal, sete em cada dez trabalhadores tem baixo nível de qualificações e nesta estatística o país excede em larga escala a média Europeia. Segundo o CNE, 17% da população activa possuiu qualificações médias e 13,2% atingem altas qualificações, mas um terço ainda deixa o secundário por concluir. Em 1994, entraram para a primeira classe 109.233 alunos e desses apenas 29% deixou o sistema de ensino com o 12º ano concluído. O relatório recentemente divulgado vai mais longe e adianta que 24% das pessoas empregadas não tem concluído o ensino básico (leia-se o 9º ano de escolaridade).

Por outro lado, o cenário macroeconómico, que deixou de ser conjuntural para comummente ser aceite como estrutural, constitui um referencial de preocupações, mas também de desafios que nos obrigam a repensar e refundar modelos, organizações, o Sector e o próprio país.

A aposta na qualificação da população portuguesa representa hoje um desafio estratégico essencial para a promoção do crescimento económico e da coesão social do País. Neste contexto, a Iniciativa Novas Oportunidades, assume-se como um instrumento a ter em conta para o objectivo de recuperar défices de formação dos activos, através de uma estratégia de formação contínua e de dispositivos de reconhecimento e certificação de competências adquiridas formal ou informalmente através de experiências profissionais e de vida. Este instrumento é ainda um potencial indutor de factores motivacionais a considerar no desempenho dos colaboradores das empresas.

A este propósito, a ANQ, I.P, a APIRAC e a APIEF, no âmbito da Iniciativa Novas Oportunidades, acordaram, aquando da realização do SINERCLIMA 2010, na dinamização conjunta dos dispositivos de educação e formação escolar e profissional, reforçando a capacidade de resposta neste âmbito, com o objectivo de desenvolver os níveis de qualificação. Com este protocolo a ANQ, I.P assegura o envolvimento da rede nacional de Centros Novas Oportunidades no sentido de responder, numa lógica de serviço de proximidade, às necessidades de qualificação das empresas e dos seus colaboradores que actuam no mercado a que a APIRAC e APIEF se dirigem.

Não obstante as dificuldades, ganhar o futuro, aspiração por todos ansiada, só poderá ser alcançado partindo de uma perspectiva global, onde a formação ocupe um papel de capital importância. A promoção de valores de interesse público, como tem sido reconhecido pela Tutela, norteará as actividades da APIRAC, APIEF e agora também do CENTERM, cujo inicio de actividade está previsto para o arranque do novo ano, e que foi constituído com a missão de assegurar a certificação profissional e empresarial e a qualidade abrangidas pelas indústrias térmica, energia e ambiente. Esperamos com a prossecução concentrada de tão nobres objectivos, o que só será absolutamente possível com a participação e envolvimento das empresas, ajudar a erguer os pilares em que assentará um Sector cada vez mais diferente, mais responsável, com maior qualidade e mais dignificado.

    Nuno Roque
Secretário-Geral | APIRAC
     
   
   

Apoios para projectos de Eficiência Energética e Energias Renováveis

     
 

Os eurodeputados aprovaram a atribuição de 146 milhões de euros de fundos europeus não utilizados a projectos em matéria de eficiência energética e de exploração de fontes de energia renováveis. O diploma agora aprovado pelo Parlamento Europeu altera o regulamento que estabelece o Programa Energético Europeu para o Relançamento (PEER) da economia, que previa a concessão de 3,98 mil milhões de euros para 2009 e 2010.

Assim, o dinheiro não utilizado será canalizado para um novo instrumento financeiro que será utilizado para projectos de energia sustentável, em especial nas zonas urbanas. Serão abrangidos, por exemplo, projectos relativos a:

  • Edifícios públicos e privados que integrem soluções de energia renovável e/ou de eficiência energética, nomeadamente os que se baseiam na utilização de tecnologias da informação e das comunicações (TIC);
  • Investimentos na produção combinada de calor e electricidade, incluindo a microcogeração, e em redes de aquecimento/arrefecimento urbano de elevada eficiência energética, em especial a partir de fontes de energia renováveis;
  • Fontes de energia renováveis descentralizadas e integradas nos ambientes locais e sua integração nas redes de electricidade;
  • Microgeração a partir de fontes de energia renováveis;
  • Transportes urbanos limpos para apoiar uma maior eficiência energética e a integração de fontes de energia renováveis, com especial ênfase nos transportes públicos, nos veículos eléctricos e a hidrogénio e na redução das emissões de gases com efeito de estufa;
  • Infra-estruturas locais, incluindo iluminação exterior eficiente de infra-estruturas públicas, tais como iluminação da via pública, soluções para armazenamento de electricidade, contadores inteligentes e redes inteligentes, que utilizem plenamente as TIC;
  • Tecnologias em matéria de eficiência energética e de energias renováveis com potencial económico e de inovação que recorram aos melhores processos disponíveis.
Os 146,34 milhões de euros estarão disponíveis a partir de 1 de Janeiro de 2011 e deverão ser atribuídos até 31 de Março de 2014.

   
   

Crescimento da China é insustentável

     
 

Um relatório apresentado pela WWF mostra que se o mundo utilizasse os recursos e gerasse os resíduos como a China seria necessário um planeta 1,2 vez maior do que a Terra para se manter. Segundo o relatório, apresentado pelo director-geral da WWF, James Leape, é «crucial» que a China enfrente problemas como as emissões de dióxido de carbono e o acelerado desenvolvimento urbano «para melhorar o seu bem-estar sem que isto custe ao planeta».

Sectores como a construção e os transportes, associados ao avanço do nível de vida no país, foram os que mais contribuíram para que as emissões de CO2 no país atingissem o patamar de 54 por cento. Por isso, a China necessitaria do dobro do seu solo produtivo para satisfazer a procura de recursos naturais e absorver as suas emissões.

O rendimento per capita chinês multiplicou-se por 50 nas últimas três décadas, algo que foi acompanhado pela rápida industrialização, desenvolvimento urbano e intensificação da agricultura que aumentaram a pressão sobre a natureza, segundo o relatório da WWF.

O documento contou com a colaboração do Conselho Chinês para a Cooperação Internacional em Ambiente e Desenvolvimento, cujo secretário-geral, Zhu Guangyao, ressaltou que «os próximos 20 anos serão vitais para que China alcance um desenvolvimento sustentável».

Fonte: cm-seia

   
   

Produto Interno Bruto aumentou em volume 1,5% no 3º trimestre de 2010 - 3.º Trimestre de 2010

     
 

A Estimativa Rápida do Produto Interno Bruto (PIB) aponta para um aumento de 1,5% em volume no 3º trimestre de 2010 face ao período homólogo (1,4% no trimestre anterior). Face ao trimestre precedente o PIB terá registado um aumento de 0,4%.

Esta evolução no 3º trimestre traduz o contributo positivo da Procura Externa Líquida, ao contrário do sucedido no trimestre anterior, sobretudo em resultado do aumento expressivo das Exportações de Bens e Serviços. O contributo da Procura Interna, que tinha sido positivo no 2º trimestre, foi negativo no 3º trimestre de 2010, devido essencialmente ao comportamento do Investimento.

Fonte: INE

   
   

Taxa de variação homóloga do IPC situou-se em 2,3% - Outubro de 2010

     
 

Em Outubro de 2010, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, 0,4 pontos percentuais (p.p.) superior ao valor registado em Setembro. Excluindo do IPC a energia e os bens alimentares não transformados, a taxa de variação homóloga foi 0,9%, mais 0,3 p.p. que a observada no mês anterior para o mesmo agregado. A variação mensal do IPC situou-se em 0,4% (0,2% em Setembro de 2010 e nula em Outubro de 2009). A variação média dos últimos doze meses foi 0,9% (0,6% em Setembro).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma taxa de variação homóloga de 2,3%, 0,3 p.p. maior que o valor de Setembro e 0,4 p.p. superior à estimada pelo Eurostat para a área do Euro. A taxa de variação mensal do IHPC situou-se em 0,3%, enquanto a taxa de variação média dos últimos doze meses aumentou 0,3 p.p., para 0,9%.

Fonte: INE

   
   

Volume de Negócios nos Serviços desacelera - Setembro de 2010

     
 

Em Setembro, o volume de negócios nos serviços apresentou uma taxa de variação homóloga de 1,2%, 2,2 pontos percentuais inferior à observada em Agosto. Também em termos homólogos, o emprego registou uma variação nula, enquanto as remunerações brutas e as horas trabalhadas diminuíram 0,9% e 0,2%, respectivamente.

No 3º trimestre de 2010, o volume de negócios nos serviços aumentou 1,0% (5,0% no trimestre anterior).

Fonte: INE

   
    Novos Associados
     
   

Só desta forma podemos crescer, evoluir e cada vez mais contribuir para a afirmação deste Sector.

Este mês temos o prazer de receber no nosso directório as seguintes empresas:

• ARDAN-MAT, LDA
• CIRAC - Centro de Instalações de Refrigeração e Ar Condicionado, Lda
• ECOVALLIS Unipessoal, Lda
• RODRIGUES, BARROS & MAIA, Lda

     
   
   

Estágios Profissionais
Sistema Aprendizagem

   

Novos Cursos em Lisboa

 

A APIEF iniciou mais uma série de cursos que no final que no decurso da formação leva os formandos a realizar uma formação prática em contexto de trabalho, vulgo, estágio sendo necessária a participação de empresas para podermos concluir o processo formativo. Assim, necessita o nosso Centro de Formação de parceiros para acolher estagiários nas áreas que se indicam:

  • TÉCNICO DE REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO – APRENDIZAGEM Duas turmas - 40 Estagiários

  • INSTALADOR DE SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS – APRENDIZAGEMUma turma - 20 Estagiários

Aspectos Técnicos:

  • Não existe qualquer contrapartida financeira de parte a parte;
  • Os custos com os formandos bem como os seguros são suportados pelo IEFP;
  • Necessária a designação de um Tutor;
  • No final da formação terá que ser enviada uma avaliação;
  • No final de cada mês terá que ser enviada a assiduidade dos formandos via fax ou email;
  • Assinatura de um protocolo / contrato entre as entidades envolvidas.

Os interessados deverão manifestar interesse junto dos contactos que a seguir se indicam:

Contactos:
Dra. Margarida Alvadia

Tel: +351 213 540 011
e-mail: margarida.alvadia@apief.pt

     
   
     

» LISBOA
Isabel Fonseca
Tel: 213 224 265
Telm: 967 830 953
Fax: 213 474 576
formacao@apirac.pt
formacao@apief.pt

» PORTO
Dra. Patrícia Maia
Tel: 222 088 837
Telm: 964 942 932
Fax: 213 474 576
apirac.porto@apirac.pt
formacao.porto@apief.pt

» GUIMARÃES
Dra. Maria José
Tel: 253 554 288
Telm: 967 446 860
Fax: 213 474 576
apirac.guimaraes@apirac.pt
formacao.guimaraes@apief.pt

 


     
   
   

Bombas de calor geotérmicas

     
 

A terra possui elevada inércia térmica, constituindo um enorme acumulador da energia solar. À medida que se penetra no solo a temperatura aumenta a uma taxa de sensivelmente 3ºC/100m. À profundidade de 5m a temperatura é estável e de aproximadamente 15ºC ao longo do ano. Existe assim, uma quantidade infinita de energia disponível que pode ser aproveitada para a satisfação das necessidades quer para climatização de espaços, quer para produção de águas quentes sanitárias (AQS). Esta energia é 10 mil vezes a energia consumida anualmente no mundo.

Os sistemas geotérmicos de baixa temperatura foram concebidos para fazer uso dessa fonte primária de energia inesgotável. A sua captação é conseguida através de circuitos de tubagens enterradas onde circula um fluido de transferência, geralmente água e um aditivo anti-congelante. Na estação fria essa energia é libertada para o espaço a aquecer, na estação quente dá-se o processo inverso, sendo o excesso de calor do espaço a arrefecer transferido para o solo.

As vantagens das bombas de calor geotérmicas são a sua eficiência energética, (quanto maior for a diferença de temperatura entre o meio a aquecer e o meio exterior, maior será a eficiência do sistema), o que permite uma redução média situada entre 25% a 60% do consumo de energia eléctrica, para a mesma quantidade de calor fornecida. São sistemas versáteis, que oferecem soluções técnicas que satisfazem as necessidades de calor/frio de espaços ou AQS. A produção de frio e de calor é centralizada, com total integração das unidades exteriores convencionais num espaço reduzido (sistemas modulares). Eliminam por completo os ruídos desagradáveis dos ventiladores exteriores das unidades convencionais de condensação, assim como a poluição visual, pois as baterias de condensadores colocadas nas fachadas, terraços e telhados dos edifícios são substituídos por um sistema de captação totalmente enterrado.

Apresentam grande durabilidade, o tempo de vida útil das bombas de calor geotérmicas é superior a 15 anos, requerem menores trabalhos de manutenção, pelo facto de possuírem menos partes mecânicas, reduzem a acumulação de sujidade nos elementos filtrantes, serpentinas, e ventiladores do sistema. São ainda amigas do ambiente, pois permitem baixar as emissões de CO2, para a atmosfera, geram menor quantidade de resíduos industriais após abate e reduzem o risco de poluição dos solos por derrame de substâncias químicas não biodegradáveis.

Se quiser saber mais sobre o assunto, click aqui.

     
   
    Datas para pagamento de impostos
     
   

     
   
   

Presidência do Conselho de Ministros

     
   

Resolução do Conselho de Ministros n.º 86/2010. D.R. n.º 218, Série I de 2010-11-10 -Estabelece que no período compreendido entre 16 e 20 de Novembro de 2010 é reposto o controlo documental em todas as fronteiras portuguesas.

   

   

Ministério da Justiça

     
   

Portaria n.º 1167/2010. D.R. n.º 218, Série I de 2010-11-10 - Aplica à constituição de propriedade horizontal, à modificação do título constitutivo da propriedade horizontal, ao mútuo de demais contratos de crédito e de financiamento, com hipoteca, com ou sem fiança, o procedimento especial de transmissão, oneração e registo imediato de prédios em atendimento presencial único.

   
   

Portaria n.º 1169/2010. D.R. n.º 218, Série I de 2010-11-10 - Primeira alteração à Portaria n.º 1020/2009, de 10 de Setembro, que cria a Linha de Apoio à Internacionalização de Patentes (LAIP) e mantém para 2010 a mesma Linha de Apoio.

   
   

Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território

     
   

Portaria n.º 1172/2010. D.R. n.º 218, Série I de 2010-11-10 - Fixa, para vigorar em 2011, os preços de construção da habitação por metro quadrado, consoante as zonas do País, para efeitos de cálculo da renda condicionada.

   
   

Assembleia da República

     
   

Lei n.º 49/2010. D.R. n.º 220, Série I de 2010-11-12 - Autoriza o Governo a simplificar o regime de acesso e de exercício de diversas actividades económicas no âmbito da iniciativa «Licenciamento zero».

   
   

Resolução da Assembleia da República n.º 125/2010. D.R. n.º 220, Série I de 2010-11-12 - Aumento do salário mínimo nacional.

   
   

Ministério da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento

     
   

Decreto-Lei n.º 123/2010. D.R. n.º 220, Série I de 2010-11-12 - Cria um regime especial das expropriações necessárias à realização de infra-estruturas que integram candidaturas beneficiárias de co-financiamento por fundos comunitários, bem como das infra-estruturas afectas ao desenvolvimento de plataformas logísticas, no uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 31/2010, de 2 de Setembro.

   
   

Região Autónoma da Madeira - Presidência do Governo

     
   

Decreto Regulamentar Regional n.º 3/2010/M. D.R. n.º 218, Série I de 2010-11-10 - Aprova a orgânica da Direcção Regional da Administração Pública e Local.

   

 

   
    APIEF
    Estágios Profissionais em Empresas do SECTOR, GRATUITOS e SEM ENCARGOS
 

» Sistema Aprendizagem - Colocação de formandos em Entidades de Apoio à Alternância

A APIEF – Centro de Formação Profissional de Indústria Térmica, Energia e Ambiente, na sequência do protocolo estabelecido com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a APIRAC - Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado, aguardam candidaturas das empresas para colocação de Formandos na vertente:

As empresas interessadas em receber formandos, queiram por favor contactar ou através de e-mail formacao@apirac.pt ou através do n.º de telefone 213 224 260, de forma a registarmos o vosso interesse.

     
   
     
   

Seminário Estratégias para a Segurança e Higiene no Trabalho

    Lisboa | 13 de Dezembro de 2010

 

A Saúde e a Segurança no local de trabalho representam hoje uma das vertentes mais importantes e avançadas da política social da União Europeia. Os trabalhos realizados em AVAC&R revestem-se de particular vulnerabilidade em termos da Segurança de pessoas e equipamentos, pela diversidade de abordagens a que os técnicos tem que acudir e pelo grau de risco a que essas abordagens obrigam. Ciente desta importância a APIEF levará a efeito um Seminário subordinado ao tema Estratégias para a Segurança e Higiene no Trabalho nas Empresas, em que esta realidade do trabalho em AVAC será dominante e que terá lugar no próximo dia 13 de Dezembro no Auditório do Instituto Português da Juventude.

Mais informações:
APIEF - Centro de Formação Profissional Indústria Térmica, Energia e Ambiente | Tel.: 213 540 011 | Fax: 213 554 135
Dra. Filipa Mendes - filipa.mendes@apief.pt

   
   

CLIMAMED 2011 - 1st call for papers

    Madrid, ESPANHA | 2 a 3 de Junho de 2011

 

Já na sua 6ª edição, o CLIMAMED’11 terá lugar em Madrid, Espanha, durante os dias 2 e 3 de Junho de 2011.

O 1st call for papers é a 1ª chamada aos oradores interessados em poderem apresentar a sua manifestação em participar no próximo CLIMAMED.

Estes são os 9 temas proposto para o Congresso:

  • Energia Solar Térmica e outras Energias Renováveis e suas aplicações aos Sistemas de Climatização
  • Eficiência Energética em Edifícios
  • Manutenção e Exploração de Edifícios
  • Impacto Ambiental e Protecção do Meio Ambiente
  • Qualidade do Ar Interior e Saúde
  • Sistemas de Ventilação
  • Parâmetros de Conforto: significado, aplicação e seu controlo
  • Qualidade das Instalações
  • Normalização e Regulamentação
Consultem o prospecto do evento, clicando aqui

Mais informações:
ATECYR - info@atecyr.org · Tel. 91 767 13 55 · Fax. 91 767 06 38
www.atecyr.org

     
   
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