A certificação de serviços é um procedimento de avaliação da conformidade efectuada por uma entidade independente e imparcial (organismo de certificação) que comprova que o serviço está conforme com exigências definidas através de normas ou especificações técnicas. O certificado de empresa para instalação, manutenção e assistência técnica de equipamentos fixos de refrigeração, ar condicionado e bombas de calor será emitido por um organismo de avaliação e certificação conforme disposição do n.º 1 do artigo 5º do Decreto-Lei n.º 56/2011, de 21 de Abril, mediante pedido a efectuar pela empresa interessada. No entanto, cumpre informar que ainda não é possível a emissão de certificados de empresas, neste âmbito, em virtude de ainda não existir oficialmente ainda entidade acreditada para a sua emissão.

O processo encontra-se ainda em fase de instrução, estando para o efeito constituída uma Comissão Técnica. A Comissão Técnica de Certificação (CTC 25) do serviço de instalação, manutenção e assistência técnica de equipamentos de refrigeração, ar condicionado e bombas de calor em conformidade com o regulamento (CE) 303/2008, tem por objectivo analisar e propor as regras técnicas necessárias para o funcionamento do esquema de certificação: SAC - Serviço de instalação, manutenção e assistência técnica de equipamentos de refrigeração, ar condicionado e bombas de calor em conformidade com o Regulamento (CE) n.º 303/2008. Tem ainda como atribuições debater as questões técnicas decorrentes da aplicação das normas utilizadas nas actividades de certificação, incluindo a elaboração das Especificações Técnicas, nos casos em que não existam normas, nacionais ou internacionais, aplicáveis aos serviços a certificar. As regras a estabelecer aplicar-se-ão a todos os serviços de empresas com actividade em Portugal cuja prestação possa ocorrer no território nacional ou no estrangeiro.

Recordamos que foi sido concedido ao CENTERM, por parte do Instituto Português da Acreditação (IPAC), a Acreditação para a Certificação de Técnicos para o manuseamento de Gases Fluorados com Efeito de Estufa, no âmbito do Decreto-Lei n.º 56/2011, de 21 de Abril (Regulamento n.º 842/2006, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 17 de Maio e Regulamento n.º 303/2008, da Comissão, de 2 de Abril), realizaram-se em 2011 224 exames, dos quais foram atribuídos 154 certificados, a que corresponde uma taxa de sucesso de 63%. Os números evidenciados concentram-se apenas em candidaturas para a Categoria 1.

Neste quadro, até que se venham a verificar novidades para a certificação das empresas, a única exigência que de momento se coloca sobre as empresas consiste na capacidade de demonstrar ter nos seus quadros técnicos credenciados ao abrigo do mesmo diploma.

    Nuno Roque
Secretário-Geral APIRAC
     
   
   

Factura energética do país dispara para 7,1 mil milhões de euros

     
 

Portugal pagou em 2011 a factura mais alta dos últimos três anos para cumprir as suas necessidades de energia, penalizado por importações que já valem mais de 6% do Produto Interno Bruto. É o valor mais alto dos últimos três anos: 7,1 mil milhões de euros foi o preço pago por Portugal em 2011 pela necessidade de importar energia do exterior. Uma factura que representa um agravamento de 27,7% face ao ano anterior, segundo os mais recentes números da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG).

Os 7,1 mil milhões de saldo importador de energia de Portugal comparam com os 5,5 mil milhões de 2010 e com 4,9 mil milhões em 2009, mas ficam ainda assim abaixo da factura do ano 2008.

Em 2011 Portugal teve importações energéticas de 10,5 mil milhões de euros, onde se incluem 8,6 mil milhões em produtos petrolíferos (mais 28,5% em valor, apesar de uma queda de 4,9% em volume), 1,4 mil milhões em gás natural (subida de 18,7% em valor e de 3,1% em volume), 227 milhões de euros em electricidade e mais de 300 milhões de euros em carvão. Em contrapartida, o País exportou um total de 3,4 mil milhões de euros em produtos energéticos em 2011, repartido em 3,27 mil milhões de produtos petrolíferos refinados (mais 29% em valor, mas menos 2,9% em volume), 68 milhões de euros em biomassa e 84 milhões em energia eléctrica.

O saldo importador de 2011 (os referidos 7,1 mil milhões de euros) assumiu no ano passado um dos mais elevados pesos no Produto Interno Bruto (PIB) da última década (4,1% do PIB de 2011), apenas atrás do registo de 2008 (em que o saldo importador de energia representou 4,8% do PIB).

"Os dois factores que, exogenamente, afectaram negativamente este saldo importador, foram o aumento generalizado dos preços de importação de todos os produtos energéticos nos mercados internacionais, na ordem dos 30%, face a 2010, e a desvalorização do euro face ao dólar, na ordem dos 5%", explica a DGEG. Mas consideradas isoladamente, as importações totais de energia (10,5 mil milhões de euros) atingiram 6,2% do PIB no ano passado, o mais alto registo desde pelo menos 2004, batendo inclusive os 6% que as importações energéticas pesaram no PIB de 2008.

Fonte: Jornal de Negócios

   
   

Certificado Energético 500 mil

     
 

No final do 1º trimestre de 2012, foi atingida a meta simbólica dos 500 mil certificados emitidos. Este valor surge após o início do sistema de certificação energética em 2007, tendo sido posteriormente alargado a todos os edifícios no início de 2009.

​A certificação energética permite, através da análise efetuada pelos Peritos Qualificados, a caracterização da habitação em termos de sistemas construtivos, sistemas e equipamentos instalados, bem como a descrição do desempenho energético, materializado de uma forma simples mediante a classificação segundo uma escala (desde o menos eficiente, G, até ao mais eficiente, A+). O certificado energético é assim, uma excelente ferramenta informativa para o proprietário ou utilizador do imóvel.

No certificado encontra-se, não só uma caracterização detalhada da habitação, particularmente ao nível dos elementos construtivos e dos equipamentos instalados, como também um conjunto de medidas que permitem melhorar o desempenho energético, estudadas pelo Perito Qualificado que efetuou a certificação.

As medidas propostas podem incidir em intervenções ao nível dos elementos construtivos (como sejam paredes, coberturas ou janelas) ou ao nível de equipamentos para aquecimento ambiente ou sistemas para aquecimento de água. Poderão igualmente ser propostos painéis solares térmicos ou fotovoltaicos, como forma de redução dos consumos energéticos. As medidas de melhoria propostas não são de instalação obrigatória, funcionam sim como recomendações caso se pretenda atuar na habitação com o objetivo de reduzir consumos.

Desta forma os certificados energéticos que hoje são emitidos incluem adicionalmente, o estudo de medidas de melhoria. Este documento, com uma imagem idêntica à do Certificado Energético permite obter mais informações especificamente sobre as medidas de melhoria.

O documento apresenta, na primeira página, um resumo das várias medidas propostas, bem como o seu impacto ao nível da redução dos consumos energéticos e a melhoria em termos de classe energética. As restantes páginas são específicas para cada uma das soluções estudadas, sendo mais detalhadas em termos das particularidades da sua implementação, mas mantendo a informação sobre a redução energética prevista através dessa medida.

Uma das grandes mais-valias do processo de certificação, é precisamente a componente das medidas de melhoria. O enfoque que foi dado a esta questão é fundamental para que o proprietário possa receber mais informação, o que lhe permite estar mais ciente dos pontos onde poderá melhorar o desempenho energético da sua habitação.

Neste momento, sensivelmente 10% do parque edificado encontra-se já certificado, o que, aliado ao facto do processo se ter generalizado a partir de 2009, demonstra uma grande evolução. Avancemos assim para os próximos 500 mil certificados.

Fonte: ADENE

   
   

Portugal é o quarto país da UE mais perto de atingir meta das renováveis em 2020

     
 

Portugal é o quarto país da União Europeia mais avançado em termos de cumprimento das metas para 2020 sobre peso das fontes de energia renováveis no consumo final de energia, de acordo com um relatório do Ministério da Economia.

Segundo o documento de apoio à revisão dos Planos Nacionais de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE) e para as Energias Renováveis (PNAER), Portugal já tinha cumprido, em 2009, 79 por cento dos objetivos previstos, sendo apenas superado pela Suécia, Finlândia e Áustria.

Para cumprir a meta até 2020, faltavam apenas seis por cento, de acordo com o documento, que conclui que “os desafios associados ao PNAER são hoje facilmente alcançáveis com medidas de menor investimento”.

“A revisão do plano requer uma redução no pacote de medidas e deve centrar-se no ajustamento da oferta à procura”, realça o documento hoje divulgado, que está disponível para consulta pública até ao próximo dia 18 de maio.

Neste contexto, a potência atribuída e não instalada, de fontes renováveis, é de 1,6GW, considerando “prioritário” o seu seguimento e garantia de entrada na rede, mas, ressalvando, não parecer crítico licenciar potência adicional no curto/médio prazo.

O documento admite a possibilidade de a obrigação de incorporação de biocombustíveis substitutos da gasolina ser numa percentagem superior à inicialmente prevista, de 2,5 por cento.

Em matéria de eficiência energética, refere, "o pacote de medidas deve ser reforçado em algumas das medidas existentes e com novas medidas de baixo custo para atingir as metas".

Fonte: Portal das Energias Renováveis

   
   

«Governo tem de esclarecer estratégia para renováveis»

     
 

Aproveitando a revisão dos Planos Nacionais de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE) e para as Energias Renováveis (PNAER), cuja consulta pública decorre até 18 de Maio, as associações empresariais portuguesas com actividade em eficiência energética e produção local de energia através de fontes renováveis (FER), APISOLAR, ANFAJE APESF, AGEFE, APIRAC, AFIQ, ANPEB e APESE, constituíram no passado dia 13 de Abril a plataforma comum de trabalho MAIS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA PORTUGAL.

Este envolvimento inter-associativo tem como objectivo coordenar estratégias de actuação e intervenção pública das diferentes associações pela defesa de uma política pública consequente em matéria de eficiência energética e energias renováveis descentralizadas.

Considera ainda que estes são domínios que, se bem instruídos, trazem benefícios inigualáveis para a sociedade e economia portuguesa, proporcionando trajectórias de desenvolvimento e competitividade inclusivos de alto valor, contribuindo para os objectivos basilares de independência energética, segurança de abastecimento e competitividade do sector energético.

Neste sentido, a plataforma MAIS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA PORTUGAL considera preocupante a indefinição actual no que diz respeito aos Planos de Eficiência Energética e Energias Renováveis, bem como dos instrumentos neles contidos, como sejam os regulamentos de desempenho energético de edifícios e o fundo de eficiência energética.

A plataforma MAIS EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PARA PORTUGAL pretende contribuir positivamente para a definição dos instrumentos de políticas públicas relevantes, de acordo com uma filosofia colaborativa, estando já a tomar as diligências necessárias para solicitar uma audiência à Secretaria de Estado da Energia.

   
   

Portugueses confiam mais nas empresas do que no Governo

     
 

A instituição Governo é aquela em que os portugueses menos confiam - revelam os dados do Edelman Trust Barometer 2012, apresentados pela consultora de comunicação CGI.

O nível de confiança no Governo subiu de 9% para 29% entre 2011 e 2012 mas continua bastante abaixo da confiança depositada nas empresas, nos media e nas ONG.

Os dados do inquérito foram apresentados há dias no ISEG, em Lisboa, durante um debate que reuniu João Duque, António Vitorino e Daniel Bessa.

Na comparação com os outros países Portugal surge como um Estado "desconfiado", apesar de estar próximo de uma classificação neutral. O nosso país está muito próximo das médias globais de confiança nas empresas, media e ONG, apesar de a confiança no Governo estar abaixo das médias europeia e global. Em relação às empresas, a confiança está acima da média da União Europeia.

Em termos de setores, o da tecnologia é aquele em que os portugueses mais confiam. Nos lugares seguintes surgem a alimentação e bebidas. Pelo contrário, o setor da energia sofre uma acentuada queda de confiança, passando da segunda posição em 2011 para a sexta posição em 2012.

"As empresas estão agora melhor posicionadas que os Governos para liderarem o caminho para a saída da crise de confiança" - afirmou Richard Edelman, presidente e CEO da Edelman.

No entanto, apesar de as empresas suscitarem mais confiança do que os Governos, 49% dos inquiridos globais quer que os Governos regulem mais os mercados e as próprias empresas. Quase um terço quer que o Governo os proteja de práticas de negócio irresponsáveis e um quarto quer uma regulação que assegure um comportamento corporativo responsável.

Fonte: Vida Económica
   
   

Compras da China a Portugal subiram 73% até Março

     
 

Entre Janeiro e Março, as vendas de "made in" Portugal à China cresceram 73%. Já as compras de produtos chineses caíram 22,8% em termos homólogos. Mas o saldo ainda é significativamente negativo para Portugal.

A China comprou a Portugal, entre Janeiro e Março deste ano, produtos no valor de 374 milhões de dólares norte-americanos (283 milhões de euros), mais 73,8% do que nos primeiros três meses de 2011.

Já para Portugal - terceiro parceiro comercial da China no universo lusófono - seguiram mercadorias chinesas avaliadas em 534 milhões de dólares (403,9 milhões de euros) - menos 22,8% do que no período homólogo de 2011, indicam estatísticas divulgadas hoje pelos Serviços da Alfândega da China.

Entre Janeiro e Março deste ano, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa aumentaram 19% face a igual período do ano passado, atingindo 27,8 mil milhões de dólares norte-americanos (21 mil milhões de euros).

A China estabeleceu a Região Administrativa Especial de Macau como a sua plataforma para o reforço da cooperação económica e comercial com os países de língua portuguesa no ano de 2003, altura em que estabeleceu o fórum que reúne ao nível ministerial de três em três anos.

Fonte: Jornal de Negócios

   
   

IRS: independentes começam a entregar pela Internet

     
 

Os contribuintes que em 2011 auferiram rendimentos de trabalho independente, têm um mês para acertar as suas contas.

Começou ontem o prazo para entrega pela internet do IRS dos contribuintes que em 2011 auferiram rendimentos de trabalho independente, rendas ou mais-valias de capitais.

Segunda-feira terminou o prazo para as entregas em papel dos trabalhadores independentes, mas os que optaram pela entrega pela Internet dispõem agora de um mês para acertar as suas contas.

Para os trabalhadores por conta de outrem e pensionistas, o prazo de entrega da declaração fiscal terminou segunda-feira e, segundo o ministro das Finanças, Vitor Gaspar, já foram processados os reembolsos de 120 mil famílias.

"Posso dizer que já foram processados os reembolsos relativos a 120 mil famílias e que relativamente a estas 120 mil famílias o prazo médio foi de 25 dias", afirmou Vitor Gaspar após questionado pelo Bloco de Esquerda sobre eventuais atrasos no pagamento dos reembolsos.

Para todos os contribuintes, o reembolso do IRS 2012 tem de ser feito até 31 de Julho através de transferência bancária, a data limite para o reembolso deste imposto quer seja entregue pela Internet ou em papel.
http://expresso.sapo.pt/irs-independentes-comecam-a-entregar-pela-internet=f722742#ixzz1tiHG1Naf

Fonte: Expresso

   
    Atendimento personalizado a Associados da Zona Norte
     
 

Conforme é do conhecimento dos associados, a APIRAC mantém um serviço de atendimento personalizado, nas suas instalações no Porto, na Rua Monte do Bonfim, Nº 120, com a intenção de pessoalizar o contacto com os seus associados, sobretudo instaladores, na procura de auscultar directamente os interessados, permitindo que apresentem os seus problemas relacionados com a actividade das suas empresas do ramo AVAC&R.

Realça-se a importância deste serviço, tendo em conta que há aspectos em que é preciso parar para pensar, dado que muitos dos nossos instaladores não têm tempo disponível para analisar certas situações da sua actividade, sobretudo do âmbito legislativo e regulamentar. É de particular importância o momento que se atravessa relativamente à certificação dos técnicos em F-Gases e proximamente da própria certificação das empresas, que passará a ser um factor de competitividade de demarcação das empresas que operam no nosso sector.

Assim, mais uma vez, na próxima Terça-Feira, 08 de Maio, no horário das 10H00 às 13H00 e das 14H00 às 17H00, haverá atendimento aos Associados, pelo que se solicita aos interessados para que entrem em contacto com o Departamento Técnico a fim de marcarem uma hora para seu atendimento, através dos telefones 222 088 837 ou pelo email: dias.caetano@apirac.pt.

     
   

Trabalhador designado: Um Trunfo para as Empresas

   

Novos Cursos em Lisboa

 

É com satisfação que recebemos a aprovação, em oficio de 13 de Fevereiro, pela ACT- Autoridade para as Condições de Trabalho, do Curso de Formação para o Desempenho de Funções de Segurança e Higiene do Trabalho por Trabalhadores Designados-35 Horas.

A Segurança, Higiene e Saúde no trabalho é mais do que um conjunto de actividades em torno da prevenção dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais.

Com efeito, é uma área cuja gestão tem uma influência decisiva na vida das empresas e que é determinante no desenvolvimento da sua principal fonte de energia: As pessoas.

É importante que as empresas e os trabalhadores apostem no curso de Trabalhador Designado, pois constitui uma nova abordagem preventiva sobre os riscos profissionais, reais e potenciais, cumprindo assim a legislação das 35 de formação anuais.

O conceito de saúde no trabalho não é hoje mais um mero estado de ausência de doença, mas um factor de promoção de ambiente e bem-estar, gerador de factores motivacionais e de produtividade dos trabalhadores nas empresas.

O curso terá a sua primeira a edição a 16 de Abril.

Para mais informações consulte o site da Apief em www.apief.pt

   
   

 

» LISBOA
Isabel Fonseca
Tel: 213 224 265
Telm: 967 830 953
Fax: 213 474 576
formacao@apirac.pt
formacao@apief.pt

» PORTO
Dra. Patrícia Maia
Tel: 222 088 837
Telm: 964 942 932
Fax: 213 474 576
apirac.porto@apirac.pt
formacao.porto@apief.pt

» GUIMARÃES
Dra. Maria José
Tel: 253 554 288
Telm: 967 446 860
Fax: 213 474 576
apirac.guimaraes@apirac.pt
formacao.guimaraes@apief.pt

 


     
   
   

O ruído propagado pelos sistemas de climatização

     
 

Vimos hoje propor-vos um tema pouco usual nas preocupações técnicas do pessoal do AVAC: O ruído de fundo de uma sala, a que, muitas vezes, está associado ao ruído propagado pelos sistemas de climatização.

Com o actual Regulamento dos Requisitos Acústicos dos Edifícios (RRAE), diploma de 9 de Junho de 2008 que alterou o DL 129/2002 que, por sua vez, regula a vertente do conforto acústico no âmbito do regime da edificação, veio melhorar-se a articulação com o DL 9/2007 que aprovava o Regulamento Geral do Ruído (RGR). São nele actualizados os parâmetros de desempenho acústico dos edifícios e os indicadores do ruído de equipamentos e instalações, estabelecendo-se explicitamente os procedimentos de avaliação de conformidade com as normas definidas. Visam a melhoria da qualidade habitacional no País, tanto para edifícios novos como para edifícios existentes que venham a ser objecto de reconstrução, de ampliação ou alteração. São exigidos limites para determinado tipo de salas, mas deixa-os ao critério do engenheiro acústico que realiza o projecto.

Embora existam diversos critérios no que toca ao ruído de fundo de salas, há essencialmente duas medidas usadas para a avaliação do ruído de fundo nesse ambiente interior.

Na Europa, usam-se geralmente as curvas NR (Noise Rating) com as quais se podem encontrar alguns limites sugeridos para diferentes tipos de salas - faça clique aqui

Já nos Estados Unidos, usam-se as curvas NC (Noise Criteria), que pode encontrar a seguir - faça clique aqui 

Poderá ainda ver as calculadoras para os devidos valores de ambas as curvas conhecendo os espectros do nível de pressão sonora no interior de um determinado local - entrar pelos seguintes links, aqui e aqui.

Sobre um tema raramente tratado pelo pessoal do AVAC, há afinal, sobre a acústica com que os nossos sistemas interferem, algo interessante que poderemos dominar. Que seja uma viagem frutuosa!

     
   
    Datas para pagamento de impostos
     
   

     
   
   

Ministérios da Economia e do Emprego e da Solidariedade e da Segurança Social

     
   

Portaria n.º 95/2012. D.R. n.º 68, Série I de 2012-04-04 - Segunda alteração à Portaria n.º 985/2009, de 4 de setembro, que aprova a criação do Programa de Apoio ao Empreendimento e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE), a promover e executar pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional, I. P., e regulamenta os apoios a conceder no seu âmbito.

   
   

Ministério da Economia e do Emprego

     
   

Portaria n.º 96/2012. D.R. n.º 69, Série I de 2012-04-05 - Especifica as profissões regulamentadas abrangidas nos setores das obras públicas, transportes e comunicações e designa as respetivas autoridades competentes para proceder ao reconhecimento das qualificações profissionais, nos termos da Lei n.º 9/2009, de 4 de Março.

   
   

Região Autónoma da Madeira - Presidência do Governo

     
   

Decreto Regulamentar Regional n.º 3/2012/M. D.R. n.º 69, Série I de 2012-04-05 - Aprova a orgânica da Presidência do Governo Regional da Madeira.

   
   

Região Autónoma da Madeira - Assembleia Legislativa

     
   

Decreto Legislativo Regional n.º 8/2012/M. D.R. n.º 83, Série I de 2012-04-27 - Cria e aprova o regime jurídico da taxa ambiental pela utilização de embalagens não reutilizáveis na Região Autónoma da Madeira, denominada de ECOTAXA.

   
   

Ministério das Finanças

     
   

Decreto Regulamentar n.º 37/2012. D.R. n.º 71, Série I de 2012-04-10 - Aprova a orgânica da Secretaria-Geral do Ministério das Finança.

   
   

Ministério da Economia e do Emprego

     
   

Decreto Regulamentar n.º 38/2012. D.R. n.º 71, Série I de 2012-04-10 - Aprova a orgânica da Direção-Geral do Consumidor.

   
   

Presidência do Conselho de Ministros

     
   

Resolução do Conselho de Ministros n.º 43/2012. D.R. n.º 76, Série I de 2012-04-17 - Autoriza a realização da despesa inerente à renovação do contrato-quadro de fornecimento de serviços de suporte da Rede Nacional de Segurança Interna, pelo período de um ano, bem como a sua prorrogação até 31 de dezembro de 2013.

   
   

Ministério das Finanças

     
   

Portaria n.º 103/2012. D.R. n.º 76, Série I de 2012-04-17 - Procede à revisão do calendário de implementação da estratégia e dos procedimentos a implementar até 2015.

   
     
   

Portaria n.º 106/2012. D.R. n.º 77, Série I de 2012-04-18 - Regula o regime de financiamento da avaliação geral de prédios urbanos.

   
     
   

Decreto-Lei n.º 96/2012. D.R. n.º 80, Série I de 2012-04-23 - Aprova a orgânica da Inspeção-Geral de Finanças.

   
   

Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa

     
   

Decreto Legislativo Regional n.º 18/2012/A. D.R. n.º 77, Série I de 2012-04-18 - Primeira alteração ao Decreto Legislativo Regional n.º 3/2012/A, de 13 de janeiro, que aprova o Orçamento da Região Autónoma dos Açores para o ano de 2012.

   
   

Assembleia da República

     
   

Lei n.º 16/2012. D.R. n.º 79, Série I de 2012-04-20 - Procede à sexta alteração ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 53/2004, de 18 de março, simplificando formalidades e procedimentos e instituindo o processo especial de revitalização.

   
   

Presidência do Conselho de Ministros

     
   

Resolução do Conselho de Ministros n.º 44/2012. D.R. n.º 79, Série I de 2012-04-20 - Aprova o Relatório denominado «Estratégia para os pagamentos em atraso há mais de 90 dias».

   
   

Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território

     
   

Portaria n.º 115/2012. D.R. n.º 83, Série I de 2012-04-27 - Procede à identificação das águas balneares para o ano de 2012 e à fixação das respetivas épocas balneares.

   
     
   

Portaria n.º 119/2012. D.R. n.º 84, Série I de 2012-04-30 - Fixa as classes de habilitação contidas nos alvarás das empresas de construção, bem como os valores máximos de obra que cada uma delas permite realizar, e revoga a Portaria n.º 57/2011, de 28 de janeiro.

   
   

Ministérios das Finanças e da Solidariedade e da Segurança Social

     
   

Portaria n.º 118/2012. D.R. n.º 84, Série I de 2012-04-30 - Determina a suspensão temporária da aplicação ao sistema bancário português de algumas regras previstas no Regulamento de Gestão do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social.

 
   
   

Ciclo de Conferências - Eficiência energética - Entrada Livre

   

10 de Maio de 2012 | FIL, Parque das Nações, Lisboa

 

A CCIFL - Câmara de Comércio Luso-Francesa, vai realizar no próximo dia 10 de Maio, na FIL (Parque das Nações) à margem da Feira Internacional Tektónica, o Ciclo de conferências - Eficiência Energética, com entrada livre.

Descarregue aqui o programa

Para mais informações: www.ccilf.pt

Contactos:

Leonor Ruas
Chargée de Projets
CCIFL-Câmara de Comércio Luso-Francesa
Av.da Liberdade, 9-7º - 1250-139 Lisboa
Tel: (+351) 213 241 997

   
     
   
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