Já aqui falámos da importância da formação e em concreto da formação de jovens que permite dupla certificação profissional e escolar com acesso privilegiado a especializações técnicas no nosso Setor.

A Formação de Jovens é desenvolvida em Sistema de Aprendizagem - Formação Profissional em Alternância – e tem como objetivo qualificar jovens, por forma a facilitar a sua integração na vida ativa, através de perfis de formação que contemplam uma tripla valência: reforço das competências académicas, pessoais, sociais e relacionais; aquisição de saberes no domínio científico-tecnológico e uma sólida experiência na empresa.

Nesta altura e a convite do Instituto do Emprego e Formação Profissional, a APIEF encontra-se a selecionar 40 jovens para duas turmas de Técnico de Refrigeração e Climatização, de nível 4, para a cidade de Lisboa.

Apesar da experiência com a empregabilidade ser de 100% para todos aqueles que concluem o percurso formativo, os formandos têm ainda, caso o desejem, possibilidade de optar pela sua progressão escolar.

A formação é desenvolvida em alternância, entre a Entidade Coordenadora (APIEF) - onde decorre a formação Sociocultural, Científico-Tecnológica, incluindo, em geral, a Prática em Contexto de Formação - e a Entidade de Apoio à Alternância (empresa) - onde se realiza a formação Prática em Contexto de Trabalho.

São alvo destas ações jovens com idade compreendida entre os 18 e os 25 anos. As ações estão previstas para iniciar em outubro próximo. Os interessados em frequentar estas ações deverão contatar a APIEF (georgina.sousa@apief.pt), podendo através do site da APIEF conhecer em melhor detalhe o percurso formativo (www.apief.pt).

 

    Nuno Roque
Secretário-Geral APIRAC
 

 

     
   

Licenciamento Único de Ambiente

     
 

Encontra-se disponível, desde o dia 25 de julho, na plataforma SILiAmb, a segunda fase do módulo Licenciamento Único de Ambiente - LUA.
Com a entrada em produção desta segunda fase, o módulo LUA no SILiAmb passa a compreender as seguintes funcionalidades:

  • Para o requerente, a possibilidade:
    • De submeter os pedidos de licenciamento de novas instalações;
    • De submeter os de pedidos de licenciamento de alteração de instalações que disponham de algum título emitido no domínio do ambiente;
    • De submeter os pedidos de renovação de licenças de ambiente já emitidas;
    • De submeter as respostas aos pedidos de elementos adicionais solicitados;
    • De acompanhamento dos processos de licenciamento submetidos;
    • De consultar o TUA - Título Único Ambiental.
  • Para a administração, a possibilidade:
    • De efetuar de forma desmaterializada a tramitação dos processos, incluindo a comunicação entre todas as entidades licenciadores no domínio do ambiente (APA e CCDR) envolvidas nos pedidos efetuados;
    • De efetuar os pedidos de elementos adicionais;
    • De realizar os procedimentos de consulta pública através da interoperabilidade entre o módulo LUA e a plataforma Participa;
    • De emissão do TUA.

Para mais informações e consulta do manual de apoio, aceda aqui

Fonte: APA

   
   

Energia abre candidaturas para projetos de eficiência energética no valor de 2,6 milhões de euros

     
 

O Ministério da Economia, através do Fundo de Eficiência Energética (FEE), acaba de lançar mais duas candidaturas para promover a implementação de medidas de eficiência energética, no valor global de 2,6 milhões de euros.

O «Aviso 21 – Administração Pública Eficiente 2016» visa reduzir o consumo do edificado do Estado, contribuindo para a diminuição da despesa pública.

Pretende-se assim incentivar o uso racional de energia, alinhando com metas definidas no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), o qual tem como objetivo alcançar um nível de eficiência energética de 30% nos organismos e serviços da administração pública até 2020.

São suscetíveis de financiamento os investimentos que visem a implementação em edifícios existentes, ocupados por entidades públicas, de soluções que promovam a melhoria do desempenho energético, através da substituição dos equipamentos existentes por outros mais eficientes, ou através da implementação de dispositivos de controlo que permitam otimizar as condições de uso e consumo de energia, que no seu conjunto apresentem um período de reembolso simples inferior a 8 anos.

O financiamento dos projetos assume a forma de subsídio não reembolsável, sendo a comparticipação, por candidatura, de despesas do FEE de 80% das despesas elegíveis, até ao limite máximo de 80 mil euros. A dotação do Aviso 1 é de 1,5 milhões de euros, do qual 1 milhão de euros é dirigido à Administração Local/Municípios.

Já o «Aviso 20 – Edifícios Eficientes 2016» destina-se a otimizar as soluções de uso e consumo de energia num setor que representa cerca de 30% do consumo total de energia em Portugal.

O alvo de financiamento são as medidas de eficiência energética que conduzam à melhoria do desempenho energético dos edifícios existentes, do setor residencial e de serviços, inseridas no PNAEE ao nível do solar térmico (AQS), instalação de janelas eficientes, requalificação de isolamentos térmicos e iluminação eficiente.

O financiamento dos projetos assume igualmente a forma de subsídio não reembolsável, apresentando uma dotação orçamental de 1,1 milhão de euros.

A submissão das candidaturas no «Aviso 20 – Edifícios Eficientes 2016» e no «Aviso 21 – Administração Púbica Eficiente 2016», está aberta até 8 de novembro de 2016.

Fonte: ADENE

   
   

Indicadores de conjuntura económica

   

 

 

Índice de Vendas no Comércio a Retalho acelerou em termos homólogos - Junho de 2016

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho passou de uma variação homóloga de 1,4% em maio, para 4,3% em junho. Os índices de emprego, de remunerações e de número de horas trabalhadas ajustadas de efeitos de calendário apresentaram, no mês de referência, taxas de variação homóloga de 2,7%, 5,1% e 2,3%, respetivamente (2,6%, 5,2% e 1,6% no mês anterior, pela mesma ordem). No segundo trimestre de 2016, as vendas no Comércio a Retalho subiram 3,0% em termos homólogos (2,6% no primeiro trimestre de 2016).

Índice de Produção Industrial registou variação homóloga positiva - Junho de 2016

O índice de produção industrial registou uma variação homóloga de 1,1%, em junho (-2,1% em maio). A secção das Indústrias Transformadoras apresentou uma variação homóloga de -1,1% (-4,9% no mês anterior). No 2º trimestre de 2016, o índice agregado aumentou 0,7% face ao trimestre homólogo (no trimestre anterior, esta variação tinha sido 0,8%).

Atividade Turística manteve resultados positivos - 2015

Segundo os dados mais recentes publicados pela Organização Mundial de Turismo, as chegadas de turistas internacionais em 2015 fixaram-se em 1 184 milhões (+4,4% que em 2014). A Europa acolheu mais de metade dos turistas internacionais.

Em Portugal, a atividade turística apresentou uma evolução positiva em 2015. O conjunto dos meios de alojamento (hotelaria, turismo no espaço rural e alojamento local) acolheu 19,2 milhões de hóspedes e 53,2 milhões de dormidas, resultando em aumentos de 10,9% e 9,1%. 

A hotelaria registou 16,3 milhões de hóspedes e 46,5 milhões de dormidas (+8,6% e +7,0% que em 2014). O mercado interno contribuiu com 6,5 milhões de hóspedes e 13,4 milhões de dormidas, que se traduziram em crescimentos de 7,1% e 5,7%, respetivamente. A evolução dos mercados externos foi igualmente positiva: 9,7 milhões de hóspedes (+9,7%) e 33,1 milhões de dormidas (+7,5%).

Os proveitos totais atingiram 2,4 mil milhões de euros (+13,5%) e os de aposento 1,7 mil milhões (+15,3%).

Indicador de confiança dos Consumidores diminui e de indicador de clima económico aumenta - Julho de 2016

O indicador de confiança dos Consumidores diminuiu em junho e julho, após ter aumentado em maio.

O indicador de clima económico aumentou em julho, tendo estabilizado no mês anterior. No mês de referência, os indicadores de confiança aumentaram na Indústria Transformadora, na Construção e Obras Públicas e no Comércio, tendo diminuído nos Serviços.

Fonte: INE

   
   

Call Indústria 4.0
» Candidaturas até 18 de agosto

     
 

Está a decorrer até dia 18 de agosto o prazo para submissão de candidaturas à Call Indústria 4.0, um novo programa de investimento da Portugal Ventures dirigido a empreendedores e empresas, que tem como objetivo promover a criação de start-ups e spin-offs empresariais e universitárias no âmbito do conceito de Indústria 4.0.
Para obter mais informações sobre a Call Indústria 4.0, clique aqui.

Fonte: IAPMEI

   
   

Vale I&D
» Candidaturas até 16 de setembro

   


 

Está neste momento a decorrer o Aviso 11/SI/2016 ao Vale I&D que permite a apresentação de candidaturas até 16 de setembro 2016.

A medida Vale I&D destina-se a apoiar projetos para aquisição de serviços em atividades de investigação e desenvolvimento tecnológico e de transferência de tecnologia.

Consideram-se elegíveis os serviços de consultoria em atividades de investigação e desenvolvimento tecnológico, bem como os serviços de transferência de tecnologia, desde que se destinem a uso exclusivo no estabelecimento do promotor onde se desenvolve o projeto, a preços de mercado e a terceiros não relacionados com o adquirente e que as entidades que prestem o serviço em causa estejam devidamente acreditadas.

Critérios de elegibilidade dos beneficiários do Vale I&D (para além dos gerais):

  • Não ter nenhum Vale I&D aprovado;
  • Não ter outros projetos I&D aprovados;
  • Ser PME;
  • Inserirem-se nos domínios prioritários da estratégia de investigação e inovação para uma especialização inteligente.
  • São beneficiários desta medida as PME de qualquer natureza e sob qualquer forma jurídica.

Incentivo: Incentivo Não Reembolsável (INR) 75% com limite de €15.000. Poderão ser consultadas as especificidades do Vale I&D nos artigos 59.º ao 80.º da Portaria n.º 57-A/2015 de 27 de fevereiro.

Fonte: IAPMEI

   
   

Programa Capitalizar
»Investimento em capital das PME

     
 

O Programa Capitalizar, o plano estratégico do Governo para apoio à capitalização das empresas, tem com o objetivo fazer chegar 1.100 milhões para investimento das PME através de dois instrumentos financeiros, a Linha de Crédito com Garantia Mútua e a Linha de Financiamento a Operações de Capital Reversível, geridos pela Instituição Financeira de Desenvolvimento (IFD).

As linhas de financiamento serão financiadas por Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI), a partir da lógica de coinvestimento de recursos públicos com investimentos privados: são instrumentos que potenciam um maior envolvimento dos agentes privados e uma maior alavancagem do financiamento europeu.

A linha de crédito com garantia mútua, destinada às PME, traz algumas alterações face aos mecanismos que estão no terreno. Por um lado, permite montantes de financiamento por empresa superiores aos atualmente praticados: mais de 4,2 milhões de euros, o que compara com os limites atuais entre um e 1,5 milhões. Por outro, prevê uma redução entre 20 a 30% dos limites máximos dos spreads a praticar pelas instituições financeiras que se associem a esta linha de crédito.

A linha de financiamento a operações de capital reversível prevê que a atribuição de verbas seja feita numa base first come, first serve, ou seja, os primeiros operadores que cumprirem os requisitos de elegibilidade têm os respetivos montantes aprovados. Esta linha é dirigida ao cofinanciamento de intermediários financeiros para a realização de operações de capital reversível junto das PME. Os operadores, entre os quais instituições bancárias, capitais de risco ou business angels, podem candidatar-se a realizar investimentos no capital de PME, podendo esta posição ser revertida, por iniciativa das empresas. A reversão é feita através da transformação das participações de capital em empréstimos de médio e longo prazo, assim que sejam assegurados os rácios de autonomia financeira previamente acordados.

Fonte: IAPMEI

   

   
    As nossas Circulares
    Consulte as nossas Circulares na Área Reservada ao Associado, no site APIRAC
 


» 2016

Circular n.º 38

Registo e Comunicação de Gases Fluorados com efeito de estufa transacionados
Regulamento (UE) n.º 517/2014    
Folhas de Compra e Venda – APA altera Procedimento
Serviço de Apoio aos Associados para o Registo e Comunicação

Circular n.º 37

APIEF no Facebook

Circular n.º 36

Disponibilização das apresentações da Sessão Técnica | ECODESIGN e o setor de AVAC em Portugal

Circular n.º 35

Habilitações e Certificações no exercício da atividade de AVAC&R | Apoio da APIRAC aos Associados

     
   
   

Verificação de Equipamentos para Deteção de Fugas no CENTERM  

   

 

 


     
   
 
    AGENDA - CURSOS APIEF 2016
   

 

» LISBOA
Dra. Filipa Mendes
Tel: 213 540 011
Fax: 213 474 576
filipa.mendes@apief.pt formacao@apief.pt

» PORTO
Dra. Patrícia Maia
Tel: 222 088 837
Telm: 964 942 932
Fax: 213 474 576
apirac.porto@apirac.pt
formacao.porto@apief.pt

» GUIMARÃES
Dra. Maria José
Tel: 253 554 288
Telm: 967 446 860
Fax: 213 474 576
apirac.guimaraes@apirac.pt
formacao.guimaraes@apief.pt

  -
5 set » Gases fluorados - categoria 1 lisboa
5 set » Manuseamento de Fluidos Naturais e Alternativos  - Laboral porto
12 Set » tim 3 - pós laboralporto
14 set » tim 3 lisboa
19 set » Gases fluorados - categoria 1 – Intensivo    guimarães
19 set » Gases fluorados - categoria 1 – Intensivo    porto
20 set » soldadura por brasagem - cobre/ latão lisboa
22 set » fluidos naturais e alternativos - laboral lisboa
26 set » Gases fluorados - categoria 1 - prático lisboa
28 set » Manuseamento de Fluidos Naturais e Alternativos -  Laboral    guimarães
set » tim 3 b-learning
set » Gases fluorados - categoria 1 b-learning
set » gases fluorados - teórico b-learning
set » complemento tim 3 b-learning
 
     
   
    Datas para pagamento de impostos
     

   
   

Presidência do Conselho de Ministros

     
   

RESOLUÇÃO DO CONSELHO DE MINISTROS N.º 38/2016 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 145/2016, SÉRIE I DE 2016-07-297505831 - Aprova a Estratégia Nacional para as Compras Públicas Ecológicas 2020.

   
   

Finanças

     
   

DECRETO-LEI N.º 41/2016 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 146/2016, SÉRIE I DE 2016-08-0175069302 - No uso da autorização legislativa concedida pelo artigo 131.º, pelos n.os 3 e 4 do artigo 140.º e pelos artigos 148.º a 150.º, 156.º, 166.º e 169.º da Lei n.º 7-A/2016, de 30 de março, altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas, o Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado, o Regime do IVA nas Transações Intracomunitárias, oDecreto-Lei n.º 185/86, de 14 de julho, o Código do Imposto do Selo, o Código do Imposto Municipal sobre Imóveis e o Código do Imposto Único de Circulação.

   
   

Finanças e Planeamento e das Infraestruturas

   

PORTARIA N.º 196/2016 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 138/2016, SÉRIE I DE 2016-07-2074981761 - Estabelece o regime complementar de redução das taxas de portagem a praticar nos lanços e sublanços de várias autoestradas e procede ao alargamento do regime de modulação horária e de descontos especiais.

   
   

DECRETO-LEI N.º 40/2016 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 145/2016, SÉRIE I DE 2016-07-2975058316 -Altera o Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de maio, oDecreto-Lei n.º 138/2012, de 5 de julho, e o Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 138/2012, de 5 de julho, transpondo as Diretivas 2014/85/UE da Comissão, de 1 de julho, e 2015/653/UE da Comissão, de 24 de abril, que alteram os anexos I, II e III da Diretiva 2006/126/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 20 de dezembro, relativa à carta de condução.

   
    Ambiente
   

DECRETO-LEI N.º 42/2016 - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 146/2016, SÉRIE I DE 2016-08-0175069303 -  Altera as normas respeitantes à monitorização dos elementos de qualidade das águas superficiais, das águas subterrâneas e das zonas protegidas relativos ao estado ecológico, procedendo à segunda alteração ao Decreto-Lei n.º 77/2006, de 30 de março, e transpondo a Diretiva 2014/101/UE da Comissão, de 30 de outubro de 2014, que altera a Diretiva 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de outubro de 2000.

   
   

Região Autónoma da Madeira - Assembleia Legislativa

   

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 30/2016/M - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 136/2016, SÉRIE I DE 2016-07-1874966703 - Adapta à Região Autónoma da Madeira, o regime jurídico de acesso e exercício de atividades de comércio, serviços e restauração, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 10/2015, de 16 de Janeiro.

   
   

DECRETO LEGISLATIVO REGIONAL N.º 33/2016/M - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 138/2016, SÉRIE I DE 2016-07-2074981767 -  Primeira alteração ao Decreto Legislativo Regional n.º 3/2001/M, de 22 de fevereiro, que define o regime de redução das taxas do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares, previstas no CIRS, aplicável aos residentes na Região Autónoma da Madeira.

   
 

RESOLUÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA N.º 35/2016/M - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 146/2016, SÉRIE I DE 2016-08-0175069305 - Aprova o Relatório e a Conta de gerência da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira referentes ao ano económico de 2014.

   
   

Região Autónoma da Madeira - Assembleia Legislativa

     
   

RESOLUÇÃO DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES N.º 13/2016/A - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º 146/2016, SÉRIE I DE 2016-08-0175069304 - Conta da Região Autónoma dos Açores referente ao ano de 2014.

     
   
    BIM International Conference Lisboa
4ª Edição
    13 e 14 de Outubro |Hotel Olissippo Oriente, Lisboa

 

Líderes da indústria da construção de todo o mundo vão reunir-se em Lisboa no Hotel Olissippo Oriente para a quarta edição da BIM International Conference, nos dias 13 e 14 de Outubro de 2016.

O BIMMI – BIM Management Institute organiza em 2016 e pelo quarto ano consecutivo, a BIM International Conference (BIC).

BIM (Building Information Modelling) é já uma metodologia obrigatória em diversos países, sendo indissociável da prática de vários profissionais da indústria da construção.

Se no passado a Conferência foi marcada pelas notáveis apresentações de profissionais BIM reconhecidos internacionalmente (contando ainda com apresentações de abstracts e de patrocinadores), este ano o BIC desafia-se com um novo objetivo: dar destaque às melhores práticas de colaboração e softwares BIM.

Não deixe de participar numa conferência de alta qualidade que o desafia a compreender o impacto do BIM em toda a indústria.

Contactos:
Arq. Joana Naldinho
joana.naldinho@ndbim.eu
http://www.bimmi.net/index.php/pt/

     
   

 

   
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