NewsLetter APIRAC - 07 de Janeiro 2008

 

Editorial

Começou um Novo Ano, desta vez 2008. A APIRAC, consubstanciada na pessoa de todos os elementos que dia a dia nela trabalham no sentido de tornar os Sectores do AVAC&R mais consistentes, mais consolidados, mais dinâmicos, apresenta votos muito solidários que este novo ano traga, aos seus associados, tudo do melhor dos seus anseios.

 

O mercado do AVAC prevê-se agitado mas também profícuo e enriquecedor como nunca terá sido até hoje. Não estamos a afirmar que se irá vender como nunca ou que o volume de adjudicações chegará a números invulgares, afirmamos, sim, é que as empresas portuguesas que exercem actividade nos campos onde a APIRAC se movimenta, têm pela frente, no futuro imediato, dias que ficarão como marcos no salto em frente qualitativo que há tanto tempo se ansiava fosse conseguido.

 

A Certificação Energética dos Edifícios, à qual nada nem ninguém se poderá furtar, já está em prática nos edifícios novos, já aí estão os primeiros resultados. Será uma vertente de actuação que abre um enorme e alargado espaço de intervenção às empresas, desde projectistas a instaladores, mas passando dum modo muito impressivo pela distribuição, pela manutenção e assistência técnica, mas também, pela novel actividade reconhecida, a QAI.

 

A certificação dos técnicos conforme as “exigências” do RSECE está em marcha e, em meados do ano, os técnicos TIM II, TIM III, TQAI e TRF (respectivamente, Técnicos de Instalação e Manutenção de Nível II e Nível III, Técnico de Qualidade o Ar Interior e Técnico Responsável pelo Funcionamento das instalações nos edifícios) terão de fazer parte dos quadros das empresas que “queiram” actuar dentro da lei. Dispor deste novo leque de  técnicos  credenciados  enquadrados  permitirá  às empresas  que

   

acederem à nova classificação estabelecida na revisão da CAE trabalhar em conformidade com as suas especificidades, sem a concorrência desleal directa de outras empresas com encargos reduzidos, praticando preços esmagados e terminará a via-sacra da sujeição ao arbítrio das grandes construtoras que decidiam numa escolha de competências duvidosas quem seria o bafejado com uma enganosa excelente adjudicação. A partir deste ano-referência 2008, passam a ir a concurso apenas aqueles que podem e saibam responder de acordo com padrões de qualidade e sob a chancela do preço justo. Os “outros”, esses, já não poderão estar lá!

 

Logo no início do ano (14-17FEV.) realiza-se o 2º SINERCLIMA - Salão Internacional de Energia, Refrigeração e Climatização, certame que, tudo indica, se consolidará como “a” Feira do Sector, na Batalha, a meio caminho entre Porto e Lisboa, de novo exemplarmente organizada, sob égide da APIRAC, pela EXPOSALÃO, com preços convidativos, enriquecida, face à primeira edição, quer em expositores quer na série valiosa de eventos paralelos. Será, pela certa, um excelente encontro para todos.

 

Já estamos, nesta agitação, a sentir a Lei anti-tabágica em vigor, enorme revolução sobre os hábitos em restaurantes, cafés, bares e centros comerciais, com a resposta a ter de ser dada por sistemas de AVAC adequados, onde o papel do perito de QAI e do projectista serão determinantes, onde o distribuidor terá oportunidade de ver instalar equipamentos antes considerados desnecessários e o instalador sentirá seu campo alargar-se a frentes até aqui descuradas.

 

É, na verdade, o início de um novo ciclo, um ciclo como nunca assistimos no Sector. Feliz Ano Novo!

 

L. Fonseca e Silva

Secretário-Técnico


Notícias


ONS APIRAC

A SC6 QAI da CT56 está a trabalhar depressa e bem

 

No âmbito dos trabalhos do ONS-APIRAC, arrancou em final de Outubro passado, com uma primeira reunião preliminar, exploratória, por convite alargado a tantas entidades e empresas quanto possível, sempre ligadas à QAI (Qualidade do Ar Interior), a Subcomissão 6 da Comissão Técnica de Normalização do Frio e Ar Condicionado CT56, tendo para garantia do bom andamento dos trabalhos e por consenso dos presentes sido escolhido como coordenador da Subcomissão o Eng.º E. Peixeiro Ramos.

 

Com uma resposta invulgarmente dinâmica para este tipo de trabalhos e face ao grande interesse desde início manifestado para participação, houve que alargar a sua abertura a mais elementos do que os inicialmente previstos, tendo-se, até hoje, nas cinco reuniões de trabalho já realizadas, contabilizado a presença de 30 diferentes técnicos. Estruturados os primeiros grupos de trabalho por especialidades, tornou-se evidente logo nas primeiras trocas de impressões, a premente necessidade de se criarem regras que tornassem possível aos técnicos de QAI, onde quer que intervenham, poderem seguir procedimentos normalizados que garantam a validade e confiram credibilidade à medição dos mesmos parâmetros de QAI realizadas em qualquer local, em todas as tipologias de edifício previstas no RSECE e por um qualquer técnico para isso habilitado.

 

Espera-se que o primeiro documento normativo saído da produção deste grupo de trabalho, e validado pelo Organismo Nacional de Normalização, o IPQ, surja em condições de imediata aplicação prática ao longo do próximo mês de Maio de 2008.

 


ROCK IN RIO 2008

vai utilizar energia solar

 

Para as suas próximas duas edições, o Rock in Rio elegeu as alterações climáticas como tema central do seu projecto social «Por Um Mundo Melhor». Com base no programa Carbono Zero, o evento será desenvolvido com o objectivo não só de reduzir e compensar as emissões de carbono do evento, mas também de «chamar a atenção de empresas, organizações e do cidadão comum para a necessidade de mudar de atitude perante o tema das alterações climáticas».

 

A primeira medida do plano de redução de emissões Rock in Rio 2008 - que se realizará 30 e 31 de Maio, 6, 7 e 8 de Junho de 2008, em Lisboa, e 27 e 28 de Junho, 4, 5 e 6 de Julho, em Madrid - já está definida: a fonte de energia para a montagem do Palco Mundo será solar.

 

Para montar e desmontar esta estrutura são necessários meses de trabalho e a utilização de equipamentos que consomem muita energia: máquinas de corte e soldadura, motores elevatórios, equipamento electrónico, de iluminação e de climatização.

 

Em 2008, todos estes equipamentos utilizarão energia renovável. Duzentos e quarenta painéis fotovoltaicos – 120 em Lisboa e 120 em Madrid – utilizarão a energia do sol para produzir, ao longo de 80 dias de trabalho, um total de 19 mil kWh de electricidade, o equivalente ao consumo diário de uma cidade com 2500 habitantes.

 

Com esta medida, o Rock in Rio evitará a emissão para a atmosfera de cerca de nove toneladas de CO2. Após o evento, os painéis solares serão oferecidos para que permaneçam instalados no Parque da Bela Vista (Lisboa) e em Arganda del Rey (Madrid), continuando a produzir cerca de 60 mil kWh de electricidade por ano, evitando, no mesmo período, a emissão de 30 toneladas de CO2.

 

O primeiro passo da organização no sentido de combater as alterações climáticas foi dado em 2006, durante a segunda edição do Rock in Rio-Lisboa. Numa acção pioneira, pela sua dimensão ao nível mundial, o evento assumiu o compromisso de contabilizar e compensar as emissões de gases com efeito de estufa associados à montagem do evento, deslocação de bandas e de público, transporte de carga, consumo de energia e eliminação de resíduos. Para compensar as emissões, cerca de 19 mil árvores foram plantadas em Lisboa.

 

A instalação dos painéis de energia solar em Portugal e Espanha, nas duas edições de 2008, fazem parte de um plano integrado de redução de emissões de CO2. Também estão previstas medidas como a utilização de biocombustível em parte dos geradores eléctricos e a utilização de sistemas de iluminação de baixo consumo em zonas mistas das Cidades do Rock de Lisboa e Madrid. A ideia é que esse planeamento incida sobre os principais elementos que contribuem para o total de emissões do evento: energia, mobilidade e resíduos.


PRODUÇÃO DE ENERGIA

A partir de renováveis cresce 39%

 

A produção total de energia eléctrica, a partir de fontes de energia renovável (FER), cresceu 39 por cento, de Janeiro a Setembro de 2007, relativamente a igual período de 2006, segundo estatísticas da Direcção Geral de Energia e Geologia. Para a produção hídrica verificou-se um crescimento de 41 por cento, que resultou essencialmente do aumento de produção nas bacias do Douro (mais 57 por cento), Cávado (mais 44 por cento) e Tejo (mais 30 por cento).

 

O total da potência instalada renovável atingiu 7 365 MW, no final de Setembro de 2007. O aumento de 81 MW, relativamente a Agosto, permitiu ultrapassar a barreira dos 2 mil MW na potência instalada eólica no final do terceiro trimestre de 2007.

 

A produção eólica, nos primeiros nove meses de 2007, cresceu 63 por cento relativamente a igual período de 2006. Em Setembro a produção foi 37 por cento superior à registada no mês homólogo do ano anterior. A potência eólica instalada no final de Setembro deste situava-se em 2 065 MW, distribuída por 150 parques. 


AUTOMÓVEIS

Novas regras e prazos do Imposto Único de circulação (IUC)

 

Com a entrada em vigor da reforma da tributação automóvel, em 1 de Julho de 2007, o IUC veio substituir o Imposto Municipal sobre Veículos (IMV), vulgarmente conhecido por “selo do carro”, bem como o Imposto de Circulação (ICI) e o Imposto de Camionagem (ICA), tendo estabelecido novas regras e novos prazos.

 

O IUC apenas entrou em vigor no dia 1 de Julho de 2007 para os veículos da categoria B matriculados a partir dessa mesma data, ao passo que para os restantes veículos a sua entrada em vigor ocorreu a partir de 1 de Janeiro de 2008. A partir desta data, o pagamento do IUC passa a ser devido no mês de aniversário da matrícula do veículo.

 

O IUC, contrariamente ao do que sucedia com o IMV, o ICI e o ICA, é devido pela propriedade do veículo, independentemente do seu efectivo uso ou fruição, sendo neste contexto equiparados a proprietários os locatários financeiros, os adquirentes com reserva de propriedade, bem como os titulares de direitos de opção de compra por força de um contrato de locação.

 

A liquidação do IUC é feita pelo próprio contribuinte através da Internet, na página das declarações electrónicas da Direcção-Geral dos Impostos (www.e-financas.gov.pt) ou em qualquer Serviço de Finanças. No caso de o sujeito passivo ser uma pessoa colectiva será obrigatória a utilização da Internet, tal como já sucedia anteriormente.

 

O “selo do carro” deixa de existir para afixação no veículo, sendo a prova de pagamento do imposto efectuada, quando requerida, através da apresentação do respectivo comprovativo, aconselhando-se os contribuintes a manterem-no juntamente com a restante documentação do veículo.

 


SALÁRIO MÍNIMO,

Para 2008

 

O Governo e os parceiros sociais fixaram o valor do salário mínimo nacional para vigorar em 2008 em 426 euros, correspondendo a um acréscimo de 5.7% relativamente ao montante de 403 euros aplicado em 2007.

 

O salário mínimo deverá atingir o valor de 450 euros em 2009 e 500 euros em 2011;

 


Destaques

APIEF

Plano de Formação para 2008

 

Na próxima semana iremos fazer sair o "Plano de Formação para 2008" com acções previstas de realização nos diversos locais da APIEF: Lisboa, Porto, Guimarães; Castelo Branco; Setúbal; Faro e Funchal.

 

No planeamento das actividades formativas para 2008 constam as acções sugeridas pelos nossos associados no Diagnóstico de Necessidades de Formação que levámos a efeito, bem como as acções que também, julgamos imprescindíveis e de grande importância para os sectores que representamos.

 

Caso tenham ainda algum contributo para o Plano de Formação, agradecemos que nos contactem.

 

 

Formação Profissional

 

 

Documentação necessária a apresentar na Inscrição:

 

• Bilhete de Identidade;

• Nº de Contribuinte;

• Curriculum Profissional;

• Declaração das empresas comprovativa dos anos de actividade e eventuais certificados/diplomas     de habilitações

 

Lisboa: Isabel Fonseca

Tel:  21 322 42 60

Telm: 96 494 29 31

Fax: 21 347 45 76

formacao@apirac.pt
formacao@apief.pt

Porto: Dra. Patrícia Maia

Tel:  22 208 88 37

Telm: 96 494 29 32

Fax: 22 208 48 79

apirac.porto@apirac.pt

formacao.porto@apief.pt

Guimarães: Dra. Maria José

Tel:  253 554 288

Telm: 96 744 68 60

Fax: 253 554 135

apirac.guimaraes@apirac.pt

formacao.guimaraes@apief.pt


Tecnologia


Pilhas de Hidrogénio, Presente ou Futuro?

 

Apesar da agitação que grassa por este país com a aplicação e a necessidade de se interpretar correctamente a nova Lei do Tabaco, apesar de a formação dos técnicos TIMII, TIMIII e TQAI estar em fase bem acesa, todos os outros assuntos continuam vivos e não se podem apagar das nossas preocupações. Já com o preço do barril do crude a passar a mítica barreira dos 100 dólares e as energias fósseis a mostrarem quão pouco delas se poderá esperar, há que aprofundar o estado da arte no que respeita a novas e renováveis fontes de energia. Uma delas, para muitos de nós, ainda algo misteriosa, é a que provem das pilhas de hidrogénio das quais pouco mais se sabe, além de que, há um autocarro (ou uma frota) para serviço urbano de passageiros, movido a H2 na zona Norte do país.

 

 

Viajando nas ondas da Net chegámos ao site do PER (Portal da Energias Renováveis) e nele, logo, três links nos dirigiram para Utilização Racional de Energia, Eficiência Energética em Edifícios, Cogeração e Veículos Eléctricos. Explorando este último, deparámos com informações tão interessantes como a de as vantagens das pilhas de hidrogénio serem nula poluição local, ausência de ruído e custos de manutenção reduzidos.

 

Mas dizia também das desvantagens, e a verdade é que ainda subsistem vários problemas antes de podermos ter o cenário que gostaríamos, são necessários bem mais investimentos e, tecnicamente, o armazenamento do hidrogénio necessário, a - 250º C, levanta grandes dificuldades.

 

Sugerimos-lhe esta primeira entrada para este tema,, em português e com aspecto gráfico atraente, com a certeza que a breve prazo todos com ele vamos ter de conviver. Boa viagem!

 

 

Para saber tudo, click aqui:

 


Tome nota / Agenda


Datas para pagamento de impostos durante este mês

Não Esquecer

 

10 Jan

IVA

Pagamento do IVA

20 Jan

IRS

Entrega das importâncias retidas, no mês anterior

20 Jan

IRS

3º pagamento por conta do IRS dos titulares de rendimento de categoria B

20 Jan

IRC

Entrega das importâncias, no mês anterior.

20 Jan

Imposto do Selo

Entrega do Imposto do Selo

31 Jan

IRC

3º pagamento por conta do Imposto de Rendimento de pessoas colectivas

 


Legislação

Arrendamento - Incentivos ao arrendamento por jovens

Port. n.º 1515-A/2007 (2), de 30.11 - (1º supl.) -  Regulamenta o DL n.º 308/2007, de 3 de Setembro, que cria o programa de apoio financeiro Porta 65 - Arrendamento por Jovens.

 

Declaração de utilidade pública

DL n.º 391/2007, de 13.12 - Procede à primeira alteração ao DL n.º 460/77, de 7.11, introduzindo mecanismos de simplificação administrativa na concessão da declaração de utilidade pública.

 

Fundo Social Europeu (FSE)

Dec. Regul. n.º 84A/2007, de 10.12. (1º supl.) - Estabelece o regime jurídico de gestão, acesso e financeiro no âmbito dos programas operacionais financiados pelo FSE.

 


Certames / Eventos

 

REUNIÃO COM OS ASSOCIADOS

Inversão do sujeito passivo do IVA nos serviços de construção civil

17 e 24 de Janeiro, Lisboa e Porto

 

Passados mais de 6 meses sobre os encontros de Maio e Junho e a antes de se atingir um ano após a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 21/2007, cumpre auscultar as empresas sobre as suas experiências com as alterações introduzidas, tendo em conta os seus relacionamentos com clientes, fornecedores e Estado.

 

Com as conclusões do encontro pretende-se fazer uma exposição ao Ministro das Finanças, razão porque a participação efectiva dos associados é de primordial importância para que todas as realidades sejam abrangidas.

 

Ver programa aqui

 

Contactos:
APIRAC - 213 224 260

comunicacao-imagem@apirac.pt

Ficha de Inscrição:

Lisboa

Porto 

   

SINERCLIMA

14 a 17 de Fevereiro 2008

Exposalão, Batalha

 

A EXPOSALÃO em conjunto com a APIRAC – Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado promove de 14 a 17 de Fevereiro de 2008, a 2ª edição da SINERCLIMA - Salão Internacional de Energia, Refrigeração e Climatização.
 
A primeira edição da SINERCLIMA foi um êxito, atraindo cerca de 35 mil visitantes, que se mostraram surpreendidos pelo nível dos expositores e dos produtos expostos. Também para os expositores os resultados foram positivos, consequência dos muitos contactos realizados. Com 100% dos expositores inquiridos a afirmarem querer voltar a participar, as expectativas geradas são elevadas.

 

Contactos:

EXPOSALÃO – Centro de Exposições, S.A.
Tel: 244769480
E-mail: info@exposalao.pt

Site: http://www.exposalao.pt/website/pt/index.php?id=1597

   

   

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Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado

 

Congresso Mediterrânico de Climatização

 

Revista Grau Celsius

 

Directório APIRAC

 

Parcerias

 

Direcção Geral de

Energia e Geologia

 

Agência Portuguesa

para o  Ambiente

 

Agência para a Energia

 

Instituto para a Qualidade na Formação

 

Programa REDE

 

Instituto Português da Qualidade

 

Universidade do Algarve

 

Associação Portuguesa dos Engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado

 

Associação Portuguesa dos Industriais de Engenharia Energética

 

Instituto da Construção e do Imobiliário