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Editorial
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Começou um Novo
Ano, desta vez 2008. A APIRAC, consubstanciada na pessoa de todos os
elementos que dia a dia nela trabalham no sentido de tornar os Sectores
do AVAC&R mais consistentes, mais consolidados, mais dinâmicos,
apresenta votos muito solidários que este novo ano traga, aos seus
associados, tudo do melhor dos seus anseios.
O mercado do AVAC
prevê-se agitado mas também profícuo e enriquecedor como nunca terá sido
até hoje. Não estamos a afirmar que se irá vender como nunca ou que o
volume de adjudicações chegará a números invulgares, afirmamos, sim, é
que as empresas portuguesas que exercem actividade nos campos onde a
APIRAC se movimenta, têm pela frente, no futuro imediato, dias que
ficarão como marcos no salto em frente qualitativo que há tanto tempo se
ansiava fosse conseguido.
A Certificação
Energética dos Edifícios, à qual nada nem ninguém se poderá furtar, já
está em prática nos edifícios novos, já aí estão os primeiros
resultados. Será uma vertente de actuação que abre um enorme e alargado
espaço de intervenção às empresas, desde projectistas a instaladores,
mas passando dum modo muito impressivo pela distribuição, pela
manutenção e assistência técnica, mas também, pela novel actividade
reconhecida, a QAI.
A certificação dos
técnicos conforme as “exigências” do RSECE está em marcha e, em meados
do ano, os técnicos TIM II, TIM III, TQAI e TRF (respectivamente,
Técnicos de Instalação e Manutenção de Nível II e Nível III, Técnico de
Qualidade o Ar Interior e Técnico Responsável pelo Funcionamento das
instalações nos edifícios) terão de fazer parte dos quadros das empresas
que “queiram” actuar dentro da lei. Dispor deste novo leque de
técnicos credenciados enquadrados permitirá às
empresas que
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acederem à nova
classificação estabelecida na revisão da CAE trabalhar em conformidade
com as suas especificidades, sem a concorrência desleal directa de
outras empresas com encargos reduzidos, praticando preços esmagados e
terminará a via-sacra da sujeição ao arbítrio das grandes construtoras
que decidiam numa escolha de competências duvidosas quem seria o
bafejado com uma enganosa excelente adjudicação. A partir deste
ano-referência 2008, passam a ir a concurso apenas aqueles que podem e
saibam responder de acordo com padrões de qualidade e sob a chancela do
preço justo. Os “outros”, esses, já não poderão estar lá!
Logo no início do
ano (14-17FEV.) realiza-se o 2º SINERCLIMA - Salão Internacional de
Energia, Refrigeração e Climatização, certame que, tudo indica, se
consolidará como “a” Feira do Sector, na Batalha, a meio caminho entre
Porto e Lisboa, de novo exemplarmente organizada, sob égide da APIRAC,
pela EXPOSALÃO, com preços convidativos, enriquecida, face à primeira
edição, quer em expositores quer na série valiosa de eventos paralelos.
Será, pela certa, um excelente encontro para todos.
Já estamos, nesta
agitação, a sentir a Lei anti-tabágica em vigor, enorme revolução sobre
os hábitos em restaurantes, cafés, bares e centros comerciais, com a
resposta a ter de ser dada por sistemas de AVAC adequados, onde o papel
do perito de QAI e do projectista serão determinantes, onde o
distribuidor terá oportunidade de ver instalar equipamentos antes
considerados desnecessários e o instalador sentirá seu campo alargar-se
a frentes até aqui descuradas.
É, na verdade, o
início de um novo ciclo, um ciclo como nunca assistimos no Sector. Feliz
Ano Novo!
L.
Fonseca e Silva
Secretário-Técnico |
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Notícias
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ONS APIRAC
A SC6 QAI da CT56 está a trabalhar depressa e bem
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No
âmbito dos trabalhos do ONS-APIRAC, arrancou em final de Outubro
passado, com uma primeira reunião preliminar, exploratória, por convite
alargado a tantas entidades e empresas quanto possível, sempre ligadas à
QAI (Qualidade do Ar Interior), a Subcomissão 6 da Comissão Técnica de
Normalização do Frio e Ar Condicionado CT56, tendo para garantia do bom
andamento dos trabalhos e por consenso dos presentes sido escolhido
como coordenador da Subcomissão o Eng.º E. Peixeiro Ramos.
Com uma resposta invulgarmente dinâmica para este tipo de trabalhos e
face ao grande interesse desde início manifestado para participação,
houve que alargar a sua abertura a mais elementos do que os inicialmente
previstos, tendo-se, até hoje, nas cinco reuniões de trabalho já
realizadas, contabilizado a presença de 30 diferentes técnicos.
Estruturados os primeiros grupos de trabalho por especialidades,
tornou-se evidente logo nas primeiras trocas de impressões, a premente
necessidade de se criarem regras que tornassem possível aos técnicos de
QAI, onde quer que intervenham, poderem seguir procedimentos
normalizados que garantam a validade e confiram credibilidade à medição
dos mesmos parâmetros de QAI realizadas em qualquer local, em todas as
tipologias de edifício previstas no RSECE e por um qualquer técnico para
isso habilitado.
Espera-se que o primeiro documento normativo saído da produção deste
grupo de trabalho, e validado pelo Organismo Nacional de Normalização, o
IPQ, surja em condições de imediata aplicação prática ao longo do
próximo mês de Maio de 2008.
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ROCK IN RIO
2008
vai
utilizar energia solar
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Para
as suas próximas duas edições, o Rock in Rio elegeu as alterações
climáticas como tema central do seu projecto social «Por Um Mundo
Melhor». Com base no programa Carbono Zero, o evento será desenvolvido
com o objectivo não só de reduzir e compensar as emissões de carbono do
evento, mas também de «chamar a atenção de empresas, organizações e do
cidadão comum para a necessidade de mudar de atitude perante o tema das
alterações climáticas».
A
primeira medida do plano de redução de emissões Rock in Rio 2008 - que
se realizará 30 e 31 de Maio, 6, 7 e 8 de Junho de 2008, em Lisboa, e 27
e 28 de Junho, 4, 5 e 6 de Julho, em Madrid - já está definida: a fonte
de energia para a montagem do Palco Mundo será solar.
Para montar e desmontar esta estrutura são necessários meses de trabalho
e a utilização de equipamentos que consomem muita energia: máquinas de
corte e soldadura, motores elevatórios, equipamento electrónico, de
iluminação e de climatização.
Em
2008, todos estes equipamentos utilizarão energia renovável. Duzentos e
quarenta painéis fotovoltaicos – 120 em Lisboa e 120 em Madrid –
utilizarão a energia do sol para produzir, ao longo de 80 dias de
trabalho, um total de 19 mil kWh de electricidade, o equivalente ao
consumo diário de uma cidade com 2500 habitantes.
Com esta medida, o Rock in Rio evitará a emissão para a atmosfera de
cerca de nove toneladas de CO2. Após o evento, os painéis solares serão
oferecidos para que permaneçam instalados no Parque da Bela Vista
(Lisboa) e em Arganda del Rey (Madrid), continuando a produzir cerca de
60 mil kWh de electricidade por ano, evitando, no mesmo período, a
emissão de 30 toneladas de CO2.
O
primeiro passo da organização no sentido de combater as alterações
climáticas foi dado em 2006, durante a segunda edição do Rock in
Rio-Lisboa. Numa acção pioneira, pela sua dimensão ao nível mundial, o
evento assumiu o compromisso de contabilizar e compensar as emissões de
gases com efeito de estufa associados à montagem do evento, deslocação
de bandas e de público, transporte de carga, consumo de energia e
eliminação de resíduos. Para compensar as emissões, cerca de 19 mil
árvores foram plantadas em Lisboa.
A
instalação dos painéis de energia solar em Portugal e Espanha, nas duas
edições de 2008, fazem parte de um plano integrado de redução de
emissões de CO2. Também estão previstas medidas como a utilização de
biocombustível em parte dos geradores eléctricos e a utilização de
sistemas de iluminação de baixo consumo em zonas mistas das Cidades do
Rock de Lisboa e Madrid. A ideia é que esse planeamento incida sobre os
principais elementos que contribuem para o total de emissões do evento:
energia, mobilidade e resíduos.
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PRODUÇÃO DE
ENERGIA
A partir de
renováveis cresce 39%
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A
produção total de energia eléctrica, a partir de fontes de energia
renovável (FER), cresceu 39 por cento, de Janeiro a Setembro de 2007,
relativamente a igual período de 2006, segundo estatísticas da Direcção
Geral de Energia e Geologia. Para a produção hídrica verificou-se um
crescimento de 41 por cento, que resultou essencialmente do aumento de
produção nas bacias do Douro (mais 57 por cento), Cávado (mais 44 por
cento) e Tejo (mais 30 por cento).
O
total da potência instalada renovável atingiu 7 365 MW, no final de
Setembro de 2007. O aumento de 81 MW, relativamente a Agosto, permitiu
ultrapassar a barreira dos 2 mil MW na potência instalada eólica no
final do terceiro trimestre de 2007.
A
produção eólica, nos primeiros nove meses de 2007, cresceu 63 por cento
relativamente a igual período de 2006. Em Setembro a produção foi 37 por
cento superior à registada no mês homólogo do ano anterior. A potência
eólica instalada no final de Setembro deste situava-se em 2 065 MW,
distribuída por 150 parques.
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AUTOMÓVEIS
Novas
regras e prazos do Imposto Único de circulação (IUC)
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Com
a entrada em vigor da reforma da tributação automóvel, em 1 de Julho de
2007, o IUC veio substituir o Imposto Municipal sobre Veículos (IMV),
vulgarmente conhecido por “selo do carro”, bem como o Imposto de
Circulação (ICI) e o Imposto de Camionagem (ICA), tendo estabelecido
novas regras e novos prazos.
O IUC apenas
entrou em vigor no dia 1 de Julho de 2007 para os veículos da categoria
B matriculados a partir dessa mesma data, ao passo que para os restantes
veículos a sua entrada em vigor ocorreu a partir de 1 de Janeiro
de 2008. A partir desta data, o pagamento do IUC passa a ser devido no
mês de aniversário da matrícula do veículo.
O IUC,
contrariamente ao do que sucedia com o IMV, o ICI e o ICA, é devido pela
propriedade do veículo, independentemente do seu efectivo uso ou
fruição, sendo neste contexto equiparados a proprietários os locatários
financeiros, os adquirentes com reserva de propriedade, bem como os
titulares de direitos de opção de compra por força de um contrato de
locação.
A liquidação do
IUC é feita pelo próprio contribuinte através da Internet, na página das
declarações electrónicas da Direcção-Geral dos Impostos (www.e-financas.gov.pt)
ou em qualquer Serviço de Finanças. No caso de o sujeito passivo ser uma
pessoa colectiva será obrigatória a utilização da Internet, tal como já
sucedia anteriormente.
O “selo do carro”
deixa de existir para afixação no veículo, sendo a prova de pagamento do
imposto efectuada, quando requerida, através da apresentação do
respectivo comprovativo, aconselhando-se os contribuintes a manterem-no
juntamente com a restante documentação do veículo.
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SALÁRIO
MÍNIMO,
Para 2008
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O Governo e os
parceiros sociais fixaram o valor do salário mínimo nacional para
vigorar em 2008 em 426 euros, correspondendo a um acréscimo de 5.7%
relativamente ao montante de 403 euros aplicado em 2007.
O salário mínimo
deverá atingir o valor de 450 euros em 2009 e 500 euros em 2011;
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Destaques
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APIEF
Plano
de Formação para 2008
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Na
próxima semana iremos fazer sair o "Plano de Formação para 2008" com
acções previstas de realização nos diversos locais da APIEF: Lisboa,
Porto, Guimarães; Castelo Branco; Setúbal; Faro e Funchal.
No planeamento das
actividades formativas para 2008 constam as acções sugeridas pelos
nossos associados no Diagnóstico de Necessidades de Formação que
levámos a efeito, bem como as acções que também, julgamos
imprescindíveis e de grande importância para os sectores que
representamos.
Caso tenham ainda
algum contributo para o Plano de Formação, agradecemos que nos
contactem.
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Formação Profissional
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Documentação necessária a apresentar na Inscrição:
• Bilhete de Identidade;
•
Nº de Contribuinte;
•
Curriculum Profissional;
•
Declaração das empresas comprovativa dos anos de actividade e eventuais certificados/diplomas
de habilitações
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Tecnologia
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Pilhas de Hidrogénio, Presente ou Futuro?
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Apesar da
agitação que grassa por este país com a aplicação e a necessidade de
se interpretar correctamente a nova Lei do Tabaco, apesar de a
formação dos técnicos TIMII, TIMIII e TQAI estar em fase bem acesa,
todos os outros assuntos continuam vivos e não se podem apagar das
nossas preocupações. Já com o preço do barril do crude a passar a
mítica barreira dos 100 dólares e as energias fósseis a mostrarem
quão pouco delas se poderá esperar, há que aprofundar o estado da
arte no que respeita a novas e renováveis fontes de energia. Uma
delas, para muitos de nós, ainda algo misteriosa, é a que provem das
pilhas de hidrogénio das quais pouco mais se sabe, além de que, há
um autocarro (ou uma frota) para serviço urbano de passageiros,
movido a H2 na zona Norte do país.
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Viajando nas ondas da Net chegámos ao
site do PER (Portal da Energias Renováveis) e nele, logo, três links
nos dirigiram para
Utilização Racional de Energia,
Eficiência Energética
em Edifícios,
Cogeração
e
Veículos Eléctricos.
Explorando este último, deparámos com informações tão interessantes
como a de as vantagens das pilhas de hidrogénio serem nula poluição
local, ausência de ruído e custos de manutenção reduzidos.
Mas dizia também das desvantagens, e a verdade
é que ainda subsistem vários problemas antes de podermos ter o
cenário que gostaríamos, são necessários bem mais investimentos e,
tecnicamente, o armazenamento do hidrogénio necessário, a - 250º C,
levanta grandes dificuldades.
Sugerimos-lhe
esta primeira entrada para este tema,, em português e com aspecto
gráfico atraente, com a certeza que a breve prazo todos com ele
vamos ter de conviver. Boa viagem!
Para saber tudo,
click aqui:
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Tome nota / Agenda
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Datas para pagamento de impostos durante este mês
Não Esquecer |
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10 Jan |
IVA |
Pagamento do IVA |
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20 Jan |
IRS |
Entrega das importâncias retidas, no mês anterior |
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20 Jan |
IRS |
3º pagamento por conta do IRS dos titulares de rendimento de
categoria B |
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20 Jan |
IRC |
Entrega das importâncias, no mês anterior. |
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20 Jan |
Imposto do Selo |
Entrega do Imposto do Selo |
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31 Jan |
IRC |
3º pagamento por conta do Imposto de Rendimento de pessoas
colectivas |
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Legislação
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Arrendamento - Incentivos ao arrendamento por jovens |
Port. n.º 1515-A/2007 (2), de
30.11 - (1º supl.)
-
Regulamenta
o DL n.º 308/2007, de 3 de Setembro, que cria o programa de apoio
financeiro Porta 65 - Arrendamento por Jovens.
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Declaração de utilidade pública
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DL n.º 391/2007,
de 13.12 - Procede à primeira alteração ao DL n.º 460/77, de
7.11, introduzindo mecanismos de simplificação administrativa na
concessão da declaração de utilidade pública.
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Fundo Social Europeu (FSE) |
Dec. Regul. n.º 84A/2007, de
10.12. (1º
supl.)
-
Estabelece o regime jurídico de gestão, acesso e financeiro no
âmbito dos programas operacionais financiados pelo FSE.
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Certames / Eventos
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REUNIÃO COM OS ASSOCIADOS
Inversão do sujeito passivo do IVA nos serviços de construção civil
17 e 24 de Janeiro, Lisboa
e Porto |
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Passados mais de 6 meses sobre os encontros de Maio e Junho
e a antes de se atingir um ano após a entrada em vigor do Decreto-Lei
n.º 21/2007, cumpre auscultar as empresas sobre as suas experiências com
as alterações introduzidas, tendo em conta os seus relacionamentos com
clientes, fornecedores e Estado.
Com as conclusões do encontro pretende-se fazer uma
exposição ao Ministro das Finanças, razão porque a participação efectiva
dos associados é de primordial importância para que todas as realidades
sejam abrangidas.
Ver programa
aqui
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Contactos:
APIRAC - 213 224 260
comunicacao-imagem@apirac.pt
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Ficha de Inscrição:
Lisboa
Porto
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SINERCLIMA
14 a 17 de Fevereiro 2008
Exposalão, Batalha
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A EXPOSALÃO em
conjunto com a APIRAC – Associação Portuguesa da Indústria de
Refrigeração e Ar Condicionado promove de 14 a 17 de Fevereiro de
2008, a 2ª edição da SINERCLIMA - Salão Internacional de Energia,
Refrigeração e Climatização.
A primeira edição da SINERCLIMA foi um êxito, atraindo cerca de 35 mil
visitantes, que se mostraram surpreendidos pelo nível dos expositores e
dos produtos expostos. Também para os expositores os resultados foram
positivos, consequência dos muitos contactos realizados. Com 100% dos
expositores inquiridos a afirmarem querer voltar a participar, as
expectativas geradas são elevadas.
Contactos:
EXPOSALÃO – Centro de Exposições, S.A.
Tel: 244769480
E-mail: info@exposalao.pt
Site:
http://www.exposalao.pt/website/pt/index.php?id=1597
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Publicidade
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Associação
Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado

Congresso
Mediterrânico de Climatização

Revista Grau Celsius

Directório
APIRAC

Direcção Geral de
Energia e Geologia

Agência
Portuguesa
para o
Ambiente

Agência para
a Energia

Instituto para a Qualidade na Formação

Programa REDE

Instituto
Português da Qualidade

Universidade do
Algarve

Associação
Portuguesa dos Engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado

Associação
Portuguesa dos Industriais de Engenharia Energética

Instituto da
Construção e do Imobiliário |
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